quarta-feira, 31 de março de 2010

Pensamento do dia 31 de Março de 2010


"Tereis outra concepção, outros serão vossos padrões de conduta e outras as leis a cumprir."

recebido da Ed.IRDIN

domingo, 28 de março de 2010

ANDRE LOURO




CENTROS

10/11/99



Vamos procurar tomar consciência do que é que significou um casal avatárico no planeta Terra.




De uma maneira geral, os avatares encarnavam em androginato com a síntese de fogo divino completamente concentrado e focalizado num único núcleo. Isto foi real para grandes avatares como: Hanumano – um avatar que é considerado o primeiro grande avatar registado pelas memórias do planeta, e que é representado pela mitologia indiana como o deus macaco, porque enquanto avatar, ele vai fazer a definitiva inauguração do reino humano como inseminação de potência divina, no útero de possibilidades planetárias. Hanumano é um anagrama de humano. São as mesmas letras da palavra humano trocadas, e este ser não tem idade; Hama; Krishna; o príncipe Shidarta; Cristo; Vivekanânda; Yogananda; etc..




Quaisquer representações de uma polaridade a um nível divino, sempre estiveram ligadas ao nível simbólico, ou, no caso, não de avatares, mas daquilo que a tradição oriental chama “vibutis”, a uma encarnação real em que uma força de transformação divina não se exprime completamente, mas exprime apenas um traço de si mesmo. Isto foi real para muitos imperadores, reis, motores de civilização, e no caso de vibutis, por vezes havia uma manifestação dual, isto é, um ser vinha com uma consorte para a operação, nunca no caso de uma avatar, até ao episódio de Aurobindo e a mãe, porque o episódio de Aknaton e Nefertiti são vibutis, não são avatares.




No caso da mãe e Aurobindo, pela primeira vez uma energia do plano divino desce defractada em dois núcleos, é a mesma energia, o mesmo avatar, só que ejeta-se através de dois núcleos que adquirem os dois suporte biológico, um em França e o outro na Índia, e mais tarde se encontram. No caso de Aurobindo e a mãe, não existiu nenhuma ligação entre os dois abaixo do nível divino, isto é, parece que houve uma altura em que a mãe deixou-se atrair para a vibração do nível monádico e consta que Sri Aurobindo apenas escreveu duas frases e ela voltou para o plano divino.





Eles não estabeleceram nenhum contacto a nível físico, emocional, mental, intuitivo, espiritual, monádico, o trabalho foi feito estritamente entre duas consciências polarizadas no nível divino.




O que é que significa, em pleno século XX, de uma forma sincronizada com o factor loja negra na Alemanha, Eles terem feito encarnar um avatar duplo, cuja mínima vibração manifestada era o plano divino? Significa uma acção decisiva, sólida, concreta, não subjectiva, não mística, não ascendente, não criativa para cima mas criativa para baixo, do Divino, significa o oposto do misticismo, da ascensão, da tomada gradual dos planos superiores pela nossa consciência ascendente, tal como nos é descrito.





Significa a descida sólida munida do poder de incluir a substância do planeta, e não apenas a consciência, porque Aurobindo é um avatar de Vishnu – consciência cósmica – e a mãe, sendo eles o mesmo avatar, representa o aspecto Brahma – mente divina –, não estava aIi nenhuma manifestação directa de Xiva, isto é, 1º aspecto - Pai.





Contudo, se o Cosmos faz uma operação tão complexa quanto esta, é para começar a preparar manifestações mais próximas de Xiva ou do 1º aspecto, a vontade Divina. Trata-se de uma potência Divina de 3º Raio – a mãe, e uma potência Divina de 2º Raio – Aurobindo. A ligação entre as duas emanava um 1º Raio muito potente.




Nós vamos estar a trabalhar profundamente com estas consciências nos próximos tempos, porque elas representam uma ruptura nos métodos de tracção da Terra para dimensões superiores, elas representam uma descontinuidade, uma experiência do espaço e do Divino sobre a Terra. Uma experiência que não havia sido tentada antes.




Existe um livro da editora Shakti chamado “A luz que brilhou no abismo escuro” e que é uma descrição de uma discípula de Aurobindo e da mãe sobre o trabalho oculto que ambos fizeram durante a segunda guerra mundial frente ao próprio Adolfo. Nesse livro é feita uma descrição exacta da forma como eles se encontraram, nos planos internos, com coordenadores de poder como Churchil e DeGaulle, e da forma como eles gradualmente, dentro do que era permitido pela lei universal, alteraram o curso dos acontecimentos.




Aurobindo/mãe não são uma revelação, nem uma doutrina, nem um sistema, eles são uma acção, uma descida factual, um movimento sólido do Divino sobre o planeta. Durante 30 anos, praticamente, Aurobindo não saiu dum quarto numa vila à beira mar, na Índia, onde desenvolveu uma comunidade espiritual, e hoje, tanto de Inglaterra como de soldados alemães, como de ocultistas do centro da Europa, começam a surgir relatos da sua presença nos momentos chave durante toda a segunda guerra mundial.




Quando se usa a expressão LIZ/Fátima está-se a falar do portal do plano etérico situado nesta zona do mundo. Existem pelo menos 7 portais conhecidos. Liz tem uma contraparte, enquanto Liz opera com a receptividade, com a ressonância e com a interiorização totais, a contraparte de Liz chamada Anutea lida com o kundalini da civilização, e portanto, lida com a construção e a dissolução de estruturas culturais e civilizacionais.




A nossa civilização assenta basicamente em três pilares: Platão; Moisés e Cristo. Não interessa se ninguém pratica nada do que eles andaram aqui a tentar dizer às pessoas. Ela só existe porque eles estruturaram e magnetizaram, nos planos internos, um conjunto de fundamentos e um íman cósmico capaz de atrair todos os elementos que formam o comportamento colectivo da Humanidade. A fundação de uma civilização acontece quando são delegados ímans capazes de estruturar, a uma escala muito ampla, o comportamento inteiro de uma humanidade.




Neste momento, a humanidade mais avançada está a viver uma transição do plexo solar para o centro cardíaco. Isto significa que a próxima civilização é uma civilização do coração, da inclusão da realidade no centro do ser, ela não é ainda uma civilização de transcendência como num planeta de 5ª, 6ª dimensão, ela é uma civilização de amor, inclusividade e primeiros níveis de fusão que correspondem a um planeta de 4ª dimensão.




Grande parte do trabalho que os Irmãos estão fazendo sobre nós, destina-se a que tu permitas que seja feita a transferência da maior parte do fogo, da energia que alimenta a nossa existência, da focalização do plexo solar para o coração. Esta transferência é alimentada fortemente pela energia de Liz. Esse centro de vibração vermelho incandescente trabalha a purificação e a replasmagem da matéria física, isto é, se houvesse um mago negro autorizado pelo Divino, era essa civilização porque ele tem a liberdade completa de manipular, alterar, transformar toda a matéria densa. É uma civilização que tem as chaves do contínuo espaço/tempo especialmente em relação à lei da concreção, à lei da fixação da luz a correntes de gravidade e portanto, à lei da manifestação da matéria – Vermelho incandescente.




Aurora, no Uruguai, lida com a transformação do corpo emocional e portanto, lida essencialmente com leis de transubstanciação. Uma substância é transformada noutra substância, produz a cura completa do corpo emocional ao nível das raízes inconscientes, tem o poder de penetração no inconsciente que é divinamente autorizado. Portanto se existisse um Freud autorizado, era Aurora.




Anutea é o Einstein autorizado. Anutea lida com a transformação das chaves mentais. Toda a nossa mente está subordinada a noções espaço/temporais, a chaves ligadas à 3ª dimensão. Isso significa que toda a nossa mente utiliza funções lógicas e nós temos muita dificuldade em ser conscientes no plano intuitivo.




A energia divina é unidade, à medida que ela vai penetrando os 7 planos que nós conhecemos, ela funciona em três regiões: ou se adapta ao plano ao qual chega; ou entra num acordo gradual com o plano ao qual chega, em que o plano sede alguns aspectos e a energia toma conta condicionalmente; ou simplesmente transforma o plano ao qual chega.




Quando a energia se adapta ao plano a que chega, ela é uma energia divina que está a fazer não mais do que a manutenção desse plano.





Quando ela está dialogando com esse plano, ela está a fazer instrução nesse plano e quando ela desce e transforma o plano, ela está ligada ao aspecto Pai e está a fazer elevação desse plano.




Anutea lida com a elevação da mente humana.




Quando nós damos um encontro, e têm sido vários, em que ninguém percebe nada, o que está a acontecer é que nós estamos começando a coligar-nos com a energia de Anutea, e estamos a ter a humildade de estar frente a uma coisa da qual não percebemos absolutamente nada, e apesar disso, voltamos no encontro seguinte. Se nós percebêssemos integralmente o que ali está a ser dito, o que acontece é que a energia estava a adaptar-se ao plano em que estava a chegar. Donde que, quando as pessoas me dizem: “percebi tudo, achei lindo”, eu olho para mim e digo: “não funcionou”. É o oposto! É quando a coisa desce e a pessoa não percebe nada, é que é o ponto. Significa que o indivíduo está a conseguir colocar a sua mente em contacto com um impulso que acontece no plano mental, mas que não confirma os neurónios explorados, nem as concavidades cerebrais que já foram activadas pela luz da compreensão. O nosso cérebro tem milhões de neurónios que estão distribuídos qualitativamente, o cérebro é uma hierarquia, é um sistema em pirâmide, é uma repetição fisiológica, bioquímica de um facto oculto que são os 7 planos de evolução e os 7 Raios – os 7 espíritos diante do trono.




Quando se fala de uma forma que toda a gente compreende, o que está a acontecer é que a energia está a reactivar circuitos que já foram criados ou está a estimular circuitos latentes. A energia está-se a adaptar aos 8% que nós utilizamos no nosso próprio cérebro. Quando um indivíduo não percebe quase nada do que está a acontecer, significa que a mente dele está a ter um mínimo de confirmação, mas o principal do estímulo dirige-se a árvores neurais que não são activadas por nenhuma operação do quotidiano, emocional e psicológica, afectiva, académica, e a pessoa é colocada perante um estímulo que ignora as nossas referências, a nossa estabilização consciente e dirige-se a áreas muito profundas da vida cerebral e aí, começa de dentro para fora a despertar neurónios e a produzir operações desconhecidas na própria química celular.




Entre o conhecimento puro – gnose – e a nossa assimilação, existe um órgão que se intromete e esse órgão precisa de ser restruturado.

Anutea trabalha na fusão dos dois hemisférios cerebrais. O esquerdo está relacionado com operações conhecidas e o direito, na sua maior parte, com operações desconhecidas, além da oração, da música, da estética, do sentido do gosto e alguns funcionamentos da memória.




Enquanto nós tivermos esta divisão dentro de nós, a energia divina tem dificuldade em descer à mente. A energia divina é unidade, ela tem dificuldade em permanecer em níveis onde a dualidade reina, ela precisa de androginato em todos os níveis: físico , psíquico, mental. O centro que opera este androginato mental é Anutea. Ele está a começar a equilibrar as funções do consciente esquerdo com as do direito.




À medida que este par Liz/Fátima e Anutea são comunicados ao Homem, será posta em movimento uma operação planetária que deverá colocar os seres humanos em massa perante a transformação total da mente.




No final do milénio será apresentada ao mundo inteiro pela equipa do Standford Researche Institute os resultados de dois projectos secretos: o projecto Gizé e o projecto Yonaguni.




Quando estas descobertas forem apresentadas, a história universal, a arqueologia, a biologia, a história da evolução da caligrafia, das línguas e dos abecedários, simplesmente termina. Acaba-se a coisa académica. A equipa coligada com o projecto Gizé descobriu sob as pirâmides 30 Km de labirintos. Isso foi feito mediante um acordo secreto entre o projecto Gizé e o presidente Sadat em 1978.




Nós não temos penetrado em egiptologia nem em arqueologias sagradas, não há tempo. Portanto, se nós vamos fazer esta descida vibratória, é só para percebermos chaves do processo de comunicação de Anutea à Humanidade e como a revelação de Anutea e de Liz são em simultâneo, porque são centros que têm polaridade, isso dá-nos uma noção sincronizada do que está a acontecer no nosso interior e no conhecimento oficial como um todo.




A equipa ligada ao projecto Gizé descobriu sob a pirâmide de Kéops, graças à utilização de um radar de penetração de solo, quilómetros e quilómetros de túneis ligando a Guatemala ao Peru, o Equador ao Brasil e assim sucessivamente. Isto são factos científicos, é uma questão de tempo até eles chegarem aos mass média. O mesmo radar permitiu detectar a existência dessa vasta cidade debaixo das pirâmides. A equipe fez uma descida a essa cidade, resultando daí o filme “Câmaras do profundo” que será libertado para toda a humanidade exactamente no fim do milénio. Este filme revela a descoberta de uma metrópolis megalítica com cerca de 15 mil anos de idade. A história escrita tem 5 mil anos aproximadamente, quando surge uma coisa que contém estátuas, caligrafias, sistemas hidráulicos, baixos relevos, estátuas escavadas “in loco” em níveis subterrâneos e uma organização civilizacional tão complexa quanto a nossa, ainda que completamente desactivada, com 15 mil anos, significa que toda a história tal como nos foi ensinada é um eco.




O nosso ponto não é começarmos a descobrir outra vez que a Atlântida ou a Lemúria afinal existiram, que houve comandos extraterrestres que fundaram as primeiras cidades-estado, e que houve intensa actividade da ordem de Melquisedec em todo o crescente fértil para aglutinação dos remanescentes da Atlântida em torno de um polo civilizacional. Mas isto é um facto que vai ser revelado e a importância disto prende-se directamente com o facto de se ter partilhado em Agosto, que a partir desse mês, as autorizações planetárias iriam mudar e cada discípulo encarnado iria ter que aprender a lidar com centenas de aspirantes, porque a partir do momento em que esta informação vier ao de cima, o estatuto cultural do esoterismo, passa de nulo a plus em segundos, o poder do esoterismo sobre o devir de uma civilização passa de 0 a 100 em uma semana.




Quando dissemos: “cuidado, porque a placa protectora do discípulo está a ser desactivada e o discípulo vai ser posto em contacto com a sua área de serviço”, significa que todos aqueles que deixaram um livro de esoterismo em cima do sofá nos últimos dez anos, e o resto da família percebeu que ele o estava a ler, vai ser cercado por essa necessidade, porque vai ser uma fome planetária intenssíssima.




Simultaneamente começaram as pesquisas em Hiakushima e Yonaguni (ilhas no mar do Japão). Estão disponíveis na Internet fotografias subaquáticas, muito claras, de um complexo com 12 mil anos, significa, no mínimo, remanescentes da Lemúria. Se começa a haver autorização para os resultados dessa investigação virem ao de cima, e se é já um facto oficial, ao nível de certas faculdades japonesas, de que aquilo não é produzido por deslocações de terramotos nem correntes submarinas, temos blocos com 90º exactos e círculos com 180º .




Ambas estas descobertas estão em sincronia com a gradual revelação à Humanidade da energia de Anutea, isto é, da energia patriarcal que se oculta nesse centro e que é uma energia que injecta uma nova glândula de compreensão em cada pulsação do desenvolvimento da história.




Anutea faz uma injecção da sua energia no consciente colectivo e os homens aproximam-se do domínio do fogo, faz uma nova injecção e os homens começam a perceber o que é a roda – e a roda sempre esteve à frente dos olhos deles – Anutea não põe lá a roda nem o homem, Anutea faz descer o véu, que é bem diferente. E depois do fogo e da roda vem a invenção da agricultura, depois a invenção da política e das primeiras cidades-estado, depois vem o tear, depois … tudo o que foram as grandes descobertas até que há um momento em que chegamos à imprensa, à máquina a vapor e depois ao domínio do átomo e ao problema que nós temos visto. Mas isso é a acção de Anutea sobre a consciência colectiva, ela funciona ao nível do ADN de uma civilização, isto é, dos impulsos exactos que vão produzindo a passagem da obscuridade à luz em função da capacidade moral e biológica que a espécie tem de encarnar mónadas mais avançadas, porque para cada uma destas portas que se abrem, o potencial de autodestruição aumenta. Já se matou muita gente por causa de livros, então, o Guthenberg e a imprensa não são coisas assim tão inofensivas!




Eles têm que ter a certeza que já é possível encarnar determinadas entidades para abrir outra vez a janela de Anutea e fazer com que uma coisa que sempre esteve à nossa frente e que nós não víamos, se torne óbvia.




Assim que o material ligado ao projecto Gisé for divulgado, a nível do inconsciente colectivo são feitas deslocações mais profundas, isto é, a intensidade da evocação consciente da Humanidade muda de tom, assim, a voltagem da energia divina sobre a Terra aumenta.




Cada vez que uma coisa destas a nível arqueológico é posta cá fora, mexe com o inconsciente colectivo, este começa a ficar mais poroso e o oxigénio da luz cósmica começa a penetrar, os medos são transmutados pelo poder dessa luz e as naves orbitais podem começar a tomar posição no nível vibratório mais próximo do nosso consciente. Portanto, a aproximação da Hierarquia cósmica, da Hierarquia orbital, da Hierarquia supra terrestre à Terra é feita sincronizadamente com a revelação do passado da Humanidade. É necessário que se vá revelando, gradualmente, de uma forma o mais exacta possível, aquilo que está oculto no próprio planeta. Donde que, a revelação do verdadeiro estado das coisas e a transmissão ao Homem do que vai acontecer, é feita concomitantemente de baixo para cima e de cima para baixo.




Uma das últimas mais avançadas revelações que será feita à humanidade de superfície durante a transição, é o acesso à língua sagrada.





Anutea é o guardião na Terra das línguas sagradas. Neste momento existem cinco línguas idiomáticas que mantêm um contacto relativo com a primeira língua. Essas línguas são: o chinês, o sanscrito, o hebraico, o latin e o tibetano arcaico.




Uma língua sagrada do universo local é a organização de fonemas segundo o segredo, o mistério, a palavra oculta do Logos Solar. O Sol fala a primeira língua. O nosso aparelho vocal é construído por anjos e pitris – anjos que portam o fogo criador biológico. Todo o nosso corpo é sagrado, ele visa a potência de poder um dia ancorar uma divindade auto consciente, ou seja, este nosso veículo físico contém o potencial de revelar na substância o Divino, a Presença. A Revelação do Cosmos não diz respeito ao bem e ao mal, mas sim à tomada de posse do Divino na matéria. Uma coisa é a nossa dualidade moral outra coisa é a dualidade estrutural do Universo. Só os adeptos costumam perceber profundamente a diferença entre a dualidade moral em que nós existimos e essa dualidade estrutural.




O Divino utiliza organizações de substância ascendente para se revelar. Partes do teu corpo vão à frente: o cérebro, as mãos, a zona do chacra do coração é considerada a zona onde há uma maior facilidade de ancoragem da energia divina. As outras regiões correspondem a elementais que ainda estão num processo de actualização e harmonização no planeta inteiro.




Este nosso veículo físico é um plasma, um potencial plástico de revelação de Deus. A língua sagrada é uma língua para a qual o teu aparelho vocal foi construído. Ela é uma língua natural, a sua vibração repete, a nível sinosóidal, as línguas de fogo que correspondem a construções da inteligência divina no 7º e 8º subníveis, de forma que quando tu falas a língua sagrada, ela repete, a nível da libertação da luz na relação entre os neurónios e o som, o desenho exacto correspondente à 6ª e 8ª dimensões – fogo.




Quando um ser fala, quando o som ecoa dentro de nós a língua sagrada, os padrões de fosfeno – elemento químico do cérebro – desenham formas nos planos internos. Essas formas têm a ver com múltiplas organizações mas não com as organizações mais altas do Universo. Com a língua sagrada e com algumas palavras destas cinco línguas que ainda têm contacto com ela, acontece que o som no cérebro leva o fosfeno a uma sinosóidal que repete os padrões da descida do fogo divino. Isto significa que a língua sagrada é uma espécie de LSD autorizado porque ela produz alterações químicas no cérebro.




Torna-se muito fácil perceber porque é que uma das primeiras coisas que os Irmãos do Cosmos tiveram que retirar quando a situação atlante começou a ficar claramente dual – magos brancos e negros – foi a língua sagrada. As alterações químicas que a língua sagrada produz no cérebro aumenta muitíssimo o poder de descida da energia divina sobre nós. Nós estamos lidando com algo que é simultaneamente o portal de ascensão da Humanidade resgatável e o maior dos perigos.




Assim como Liz é o íman que atrai a nossa vida consciente e a nossa vida de oração para além da mente e a estabiliza na inocência e na candura do plano acima da mente – intuitivo, o facto de aquela Hierarquia feminina ter comunicado com crianças, foi a principal mensagem para os ocultistas, que foi o mesmo que dizer: “enquanto vocês não ficarem Jacintas, Franciscos e Lúcias não podem sair do domínio da mente neurótica, tornem-se crianças de novo, reencontrem a pureza, a candura, a verdade interior” – sinceridade. Sinceridade é vitória sobre a mente. A nossa mente tem poder de elevação até um certo ponto, esse mesmo poder de elevação passa a ser poder de retenção. Só uma criança atravessa essa área.




A energia de Liz/Fátima é uma energia de reencontro com a ausência de possessão sobre nós próprios. Ao mesmo tempo que o varrimento da energia de Liz produz este reencontro com o mistério da criança dentro de nós, a aproximação das sacerdotisas desse centro intra terreno faz-se em consciência infantil.




O poder de sair do plano mental é feito por essa ousadia de voltar à inocência central do ser. Enquanto essa fusão vai sendo operada, Anutea começa a fazer descer sobre a mente aspectos da língua sagrada.




Anutea detém tudo o que está ligado ao poder mântrico, rege a relação entre o consciente e o supra consciente, rege o obturador da nossa consciência superior e a velocidade com que ele se abre e fecha em relação aos reinos superiores do nosso próprio ser. Enoch (um dos seres banidos da Bíblia oficial) é uma hierarquia de Anutea.




Anutea chega com uma energia patriarcal e passa-te a língua dos pássaros, passa-te os fonemas sagrados, e o acesso à compreensão sintética do Universo.




Quando a energia de Anutea está a trabalhar através de ti, um quadrado, um círculo, um hexágono, um pentágono, um pentagrama, têm muito mais força significante do que antes, toda a geometria sagrada ganha brilho e poder transformador. Os números readquirem a sua função qualitativa. As ciências, no que elas têm de mais elegante, brilham outra vez para ti, isto significa que Anutea é um centro de 5º Raio – conhecimento exacto.




Existe a chama e existe o óleo que permite que a chama arda. O nosso trabalho, enquanto eu consciente, é produzir esse óleo. Este óleo chama-se em linguagem bíblica “o azeite da lamparina”. Na psicologia esotérica chama-se o “caminho longo”. A vinda do Senhor é a chama, ou a fagulha que acende o pavio e chama-se a isso “o caminho curto”. Nos próximos tempos estaremos lidando de forma equidistante com o caminho longo e o caminho curto. Assim como estaremos trabalhando de forma equidistante com os dois grandes futuros cenários do planeta: a revelação da humanidade a si própria, ou a necessidade de uma intervenção directa de hierarquias cósmicas sobre o curso dos acontecimentos.




Se a chama chega e o ser não fez o caminho longo, equivale a tentar acender uma lamparina que não tem óleo. Se o ser que está fazendo o caminho longo, persiste estritamente no processo de caminho longo, ele nunca consegue encontrar o fogo que finalmente dá sentido ao óleo que ele tem estado a produzir. A produção do óleo implica o limar das arestas que nós inconscientemente temos à nossa frente. Ninguém vai fazer isso por nós. É um trabalho ligado à vigilância, à humildade, à bondade, à coerência e à integridade. Este trabalho produz o óleo e o poder de combustão.




Se a chama não vem é porque nós ainda temos que trabalhar conscientemente o azeite. De cada vez que eu contorno um obstáculo espinhoso de uma forma inteligente eu produzo o óleo, cada vez que a minha capacidade de magoar é conscientemente trabalhada por mim, eu estou directamente a produzir o azeite. O caminho para Shambala é equivalente ao caminho da inofensividade.




A inofensividade total é na consciência profunda, na total ausência de necessidade de potencial. Enquanto eu tiver em mim o potencial de magoar os outros, enquanto eu não renunciar ao meu armamento secreto, eu estou com um óleo de baixa qualidade, porque é que o Pai haveria de chegar? Ele vem mas de uma forma intermitente, Ele vem para se retirar. Ele vem para namorar não para casar. Esse noivo vem porque eu fui renunciando às minhas armas secretas conscientemente uma após outra.




A Humanidade mais avançada está a ser preparada para não distinguir entre agradável e não agradável, entre recompensa por estar a percorrer o caminho, ou solidão por estar a percorrer o caminho. Estes factores psicológicos têm de se ir tornando gradualmente inexpressivos para nós.




O medo da solidão tem de desaparecer. “Deserto”, em vida espiritual, não é uma figura de estilo, “deserto” é LEI. Se tu estás a perceber que chegaste ao deserto, óptimo, aconteceu! É muito difícil chegar ao “Deserto”. Tu só chegas ao deserto se estiveres descalço, se as tuas mãos estiverem nuas, se o teu coração estiver exposto, se fores realmente abordável. Abordável porque não tens defesas.




O deserto aqui implica eu começar a saborear a solidão como o anunciar de uma verdadeira irmandade.




O inconsciente projecta-se na aura, o ser não irradia a energia do seu ser interno enquanto níveis do seu inconsciente tiverem projectos secretos, tu começas a irradiar a energia do teu ser interno na proporção em que o teu inconsciente é iluminado nessa proporção, a luz unificadora, a síntese viva pode habitar em ti.




O deserto é a forma que o Divino tem para queimar os adornos para que Ele te possa passar a coroa. Deus é perverso, Ele é o ser mais puro que existe, portanto é o único que pode verdadeiramente ser perverso e nessa perversidade, está contido o facto que na realidade Ele não tem opinião sobre coisa nenhuma. Os adornos, para o Divino, são só os adornos! Enquanto estivermos numa lógica de 6º Raio (dual), os adornos, aquilo que nós pomos sobre a nossa realidade pura devem até existir, porque isso vai alimentar o diálogo entre mim e o mundo.





Enquanto tu estás dialogando com o Divino, tu estás no processo antigo. O processo novo, a injecção das energias de síntese neste planeta, significa que acaba o diálogo com o Divino e começa a fusão.




Se nós olharmos bem para dentro de nós próprios, lá dentro está uma autonomia espiritual, uma dignidade moral e uma capacidade de SER potentíssimas, não vem ao de cima porque todos nós estamos afundados, semi imobilizados na teia de todo o protocolo burguês que nós próprios sabemos que não nos corresponde, isto deve desaparecer.




O novo homem caminha nu, utiliza o caminho curto. Se nós temos zonas semi iluminadas, isso significa os aspectos de nós que estão a percorrer o caminho curto. Sempre que uma parte de nós não foi suficientemente iluminada, ela ainda está no caminho longo e nós estamos, através de um processo de auto compaixão, dando espaço a essas partes de nós a percorrerem o seu circuito. Se nós temos 7 chacras, existem os que são mais rápidos na resposta ao Divino e os que são mais lentos nessa resposta. Sabe-se que quando a última partícula de medo inconsciente for expulsa do teu ser, significa, esotericamente, que o Divino ancorou no chacra da raiz. Um ser sem medo é um ser extremamente perigoso. A força sólida do chacra da raiz subiu até à coroa dá-se a estrela de David.




Este trabalho de avançar no desconhecido de coração aberto e de deixar que a realidade venha a ti, e aceitar o Universo tal como ele se apresenta, a cada dia, contém aspectos do caminho longo e aspectos do caminho curto.




Partes de nós não têm ainda o óleo necessário para a descida integral da chama. Partes de nós já podem conviver durante períodos relativamente longos com a insuportável presença da pureza da divindade interior. Nós somos seres descontínuos.




O chamado para que eu me possa aproximar da aura do campo de estabilidade de LIZ sem ser repelido – um centro de energia cósmica tanto atrai como repele com muita força. Todos estes centros sem excepção contêm 1º Raio – e manter-me estável dentro dela, preciso de conscientemente purificar as minhas motivações, elevar a minha aspiração até um nível onde ela esteja isenta de qualquer necessidade de retribuição.




Os mundos intra terrenos são guardados por uma espécie de dragão com três cabeças:

- uma guarda a ambição espiritual;

- o segundo dragão visa a necessidade de recompensa. Eu estou a fazer isto porquê? Porque o meu marido não me compreendeu durante a vida toda e então eu vou-me vingar e vou-me transformar em santa? O caminho não serve como alibi para nenhuma frustração humana. Se tu estás aqui reprimido, vai e liberta-te, desde que tu estejas fazendo isso como resultado hidráulico, natural, da tua compressão. Eu preciso pôr os pés no caminho, não porque estou à espera que algo me seja dado, mas porque há uma alegria intensa em pertencer à unidade cósmica, em ser uno com o Universo.




Ninguém vai ser uno com o Universo sem que isso produza uma cura total do seu ser: físico, emocional, mental. Ninguém pode ser uno com o Universo se isso não produzir uma completa capacidade de perdão com todo o seu passado e o passado dos outros. Ninguém é uno com o Universo enquanto houver irregularidades na superfície cármica;

a terceira cabeça visa a necessidade de confirmação de inércia, visa o prazer sempre que este está associado à inércia.




Estas três cabeças vigiam a entrada dos mundos intra terrenos.




Espírito significa “ousar, risco, entrega de si a um princípio mais alto”. Se a entrega é feita com sinceridade, o que conta aos olhos da Hierarquia é o acto da entrega, não as consequências, automaticamente, o Universo no seu processo cármico constante, reorganiza-se para te proteger da tua própria ingenuidade, e a pessoa inventa um acto de entrega e tenta saltar e não consegue, fica prisioneiro. Nós estamos com a mão esquerda aperfeiçoando a qualidade da nossa capacidade de combustão perante uma chama espiritual pura – estamos produzindo o azeite, e estamos com a mão direita aguardando a chegada da chama. Difícil é se a chama vem e não há azeite. Difícil é um ser ter trabalhado o azeite da vida toda e contudo os alforges do seu ego impedem aquele azeite de poder entrar em combustão. Na verdade, se ele aprendesse a se entregar e a auto superar, a chama desceria e aquele ser era mesmo levado para planos superiores de consciência e de vida. Mas porque isso não acontece, o alforge está completamente compacto em torno do azeite e pior ainda, cada vez que tu tens uma nova atitude de caminho longo, confirmas ainda mais a força de fronteira dos alforges, que é quando a pessoa contabiliza o seu caminho longo.




Só no deserto tu podes ouvir a voz. Se há um ser que começa a ter dificuldades com um aspecto da sua vida, mas ao mesmo tempo é-lhe depositado uma nova capacidade, é necessário viver, completamente, a alegria implícita nessa substituição de fogos. Ex: Um músico rock partiu uma perna e ficou 4 meses numa cama, enquanto isso, pela primeira vez na vida ele ouviu a chuva, os pássaros, pela primeira vez ele OUVIU. Até então ele era um músico rock, quando saiu do hospital, desenvolveu uma nova linguagem musical – musica ambiental (1975).





Muito daquilo que nós ouvimos hoje, só é possível porque ele partiu a perna.




O livro que ele escreveu sobre ambiente, influenciou todos os músicos de natureza mais subtil dos anos 80 e 90.




Quando nós ficamos em suspenso muito tempo, algo mais profundo está a ser sintetizado dentro de nós. Talvez o Divino tenha que te fazer oscilar entre altas temperaturas e baixíssimas temperaturas até que o diamante comece a brilhar dentro de ti. Tu tens um núcleo sólido, aquilo a que os budistas chamam “o grão de ouro” dentro de ti. Como é que o diamante vem ao de cima? Isto implica uma completa exposição a forças muito potentes e ao mesmo tempo um trabalho amoroso, silencioso sobre a nossa própria capacidade de combustão, sobre o nosso óleo.




Existe uma vasta camada de aspirantes, cada vez mais. Cada vez que uma pessoa lê um livro de divulgação e diz: ”porque é que eu não li este livro antes?” Nesse momento ele já está a aspirar. O método de despertar a aspiração no homem é um espectro que vai desde o sofrimento mais potente até à pura sedução. O Divino utiliza tudo o que tiver ao alcance. Ele tenta seduzir-se das maneiras mais interessantes possíveis e tu vais olhando, e não acontece, então começas a entrar nos outros ritmos até que a aspiração surge. Tem pessoas que nascem para o Divino em coma. O coma é, digamos, uma situação radical assim como a pura sedução do outro lado do espectro. Quando o rebanho é dócil, o pastor substitui o cajado pela flauta, quando não é, vai buscar o cajado.




Neste momento a Humanidade está a ter a sua aspiração profundamente impulsionada. O pico que se observa em Portugal, já aconteceu em França, nos Estados Unidos, no Brasil, etc., há dez anos, agora Portugal acordou e está a viver o processo. Isso faz parte de um esquema planetário extremamente exacto, se calhar Portugal não tinha que acordar mais cedo. Nem sabemos se Portugal está a acordar, porque a abertura para o oculto, para o psíquico, para os níveis subtis, é uma necessidade tanto da Hierarquia de luz como da loja negra. Quando toda a gente estiver a falar de viagens astrais e reencarnação podem ter a certeza que a loja negra passou ao plano B do seu trabalho. Enquanto lida com materialismo ela está com o plano A, mas para ir mesmo ao fundo da questão, ela precisa que a Humanidade comece a abrir para os planos psíquicos, logo que, esta intensa lubrificação a que se assiste, precisa de um exercício de discernimento cada vez mais profundo. Uma coisa é tu sentires que és tomado por asas e és levado para cima e para a frente, outra coisa é quando te fazem parecer que o processo é fácil. O processo não é fácil nem difícil. O processo é profundo.




Através da vigilância e do trabalho interior, eu vou produzindo o óleo sabendo que há uma chama centímetros acima do meu ser. Se o óleo for puro, se o meu caminho longo for feito com humildade, com método, no silêncio, procurando níveis de verdade interior cada vez mais altos, a





Lei implica que a partir de um certo momento a chama desce e a lamparina acende.





17/11/99



Num planeta em que os circuitos de ligação à origem estão activados – o que não é o caso deste planeta – toda a atmosfera, todo o éter está saturado da energia da presença do Pai. Um planeta que tem os seus circuitos activados, a pressão da presença e da origem, é um facto telepático absoluto, de tal forma absoluto que em planetas ligados à origem o conceito de Deus praticamente não existe. A mente num planeta de 4ª dimensão está de tal forma saturada telepaticamente com a frequência, com a ressonância da origem, do Divino, da 1ª causa, que só o impacto dessa pressão o próprio conceito de Deus não chega a manifestar-se, não precisa e contudo, a estrutura de uma civilização de 4ª dimensão, é uma estrutura totalmente hierárquica, submetida ao princípio divino, à origem.




Um aspecto do trabalho que está a ser feito hoje, à escala planetária, implica a activação de circuitos, de neurónios planetários que fazem descer, gradualmente, a Presença. Essa descida é meticulosa, exacta e corresponde a um grau de combustão do éter planetário.

Existem planetas radiantes e não radiantes. Um planeta radiante é aquele em que o éter ondula, o campo telepático regista, a mente da humanidade local processa o Divino. Esses planetas adquirem luz própria. A iluminação de uma humanidade e a sincronização de biliões de consciências despertas para o Divino, projecta uma onda de choque sobre o éter atmosférico que conduz literalmente à auto iluminação desse éter. Ou seja, as atmosferas dos planetas superiores têm luz própria, dá-se uma ionização de toda a atmosfera através do poder de iluminação da humanidade residente.




Isto é um pequeno detalhe para compreendermos o que significa a descida gradual do princípio estrela dentro dum vaso planetário. Não que um planeta esteja destinado a transformar-se numa estrela, mas a reproduzir certas leis e precisões ocultas que existem na formação das estrelas.




A Terra contém no seu coração, um imenso cristal que corresponde a uma organização de moléculas que repetem na oitava material, exactamente, a vibração solar. Esse cristal é um diapasão adormecido do Verbo Solar.




A perfeição e a mestria implicam um triângulo equilátero entre as três forças principais da realidade, tal como a conhecemos – a Mãe, o Filho, o Pai.




Um processo mágico é um processo no qual a nossa consciência decide doses de Mãe, de Pai e de Filho, criamos uma forma-pensamento poderosa e luminosa que corresponde a um pedido para que, por exemplo, um ente querido não desencarne, e se tu fores mesmo um mago branco, ele não desencarna. Tu conseguiste introduzir naquela ampola uma dose de energia Mãe superior, e Ela, na sua infinita misericórdia, dá-se a essa manipulação. O tempo dos magos terminou.




Tudo o que está hoje disponível nas montras dos actuais supermercados espirituais são manipulações na horizontal, de prana e de vitalidade.





Tudo o que não começa por uma chamada do coração ao alto, por uma chamada da consciência do vértice da pirâmide, pelo restabelecimento da ordem hierárquica, actualmente, está condenado a ficar retido na manipulação de princípios vitais.




Todas as terapias alternativas, tudo aquilo que pode ser padronizado, estandardizado, transmitido de uma forma maciça, geralmente, são apenas manipulações de prana na horizontal.




De uma maneira geral, quando os seres falam de energia, quando se concentram para passar energia uns aos outros, e quando entram nesta vasta escola de tomada de consciência da existência da energia, estão lidando com prana ou com forças que podem estar acima do prana, acima das correntes vitais e que auxiliam na harmonização.




O trabalho espiritual está acima disso. Uma atitude espiritual no plano da consciência, implica deixar-se consumir por uma chama descendente. Tudo o que esteja abaixo desta qualidade oculta, não pode ser designado como espiritual, existe como uma operação do plano causal e do plano intuitivo. A vibração espiritual está acima do plano causal.







O coração de cristal da Terra, o fim dos magos, o princípio da activação dos espelhos, quando a loja negra termina, o que ela pode fazer através do materialismo, do positivismo filosófico e das escolas pragmáticas, o que pode destruir através dessas correntes passa ao plano B e o plano B da loja negra é o psiquismo, ou seja, a humanidade só é utilizável pela loja negra de duas formas: ou está cega para os planos subtis e fica submetida a peritos em psicotrónica e tecnotrónica, peritos em instrumentalização do funcionamento cerebral, e todos os mass média, todas as empresas de publicidade têm dois ou três , até que esgota esse território e precisa chegar ao plano B que é: conseguir que sectores da humanidade fiquem submetidos, não apenas a esses métodos tecnotrónicos, mas que comecem a responder à influência de magos negros. Para que isso aconteça, a loja negra precisa que a humanidade desperte, saia do materialismo.




Até agora temos visto a saída do materialismo, de uma maneira geral, como o abandonar, finalmente, a posição de uma visão negativa ou fixa na realidade – Plano A. O Plano B é que os seres humanos só podem ser impressionados, realmente, pela vibração negativa dos magos negros através de um psiquismo específico.




Quando se vê um imenso varrimento de ocultismo finalmente oficializado, uma explosão e uma universalização de certos conceitos do subtil, do paranormal, do supra físico, isso tanto significa a acção da pirâmide luminosa dos mestres, como a acção dos magos negros que precisam que a humanidade comece a perceber coisas para além do físico.




O que está a ser preparado por esses seres é um retorno maciço da magia, donde que, neste momento, os Irmãos estão preparando todos os discípulos lúcidos para rapidamente deixarem de fazer contacto em que eu acho que faço, de forma que a tua consciência possa ser resgatada para cima do plano causal, que é onde se vai dar a próxima fricção e tu possas ficar estável no plano espiritual.




A chama pode brilhar porque através duma entrega inteligente, gradual, sistemática, liberta-se na natureza humana a qualidade oculta de poder ancorar a chama. O nível espiritual começa com a oração, com uma atitude amante para com Deus, é o nível em que se dá finalmente a comutação entre a lógica das duas margens e a de “eu pertenço-te”. Enquanto existem as duas margens, existe a possibilidade de eu pedir seja o que for ao Divino e com isso tu estás a achar que o Divino não sabe o que é o ideal para ti, tu estás a dizer ao Pai qual é o caminho através do qual Ele deve chegar até ti. Enquanto a nossa relação com o alto contiver a mínima partícula de uma ideia individualizada do que nós achamos que é a coisa, nós estamos retidos no óptimo e é onde toda esta massa de forças que está fazendo um rastriamento e recrutando pessoas para processos que, no fundo são mágicos, não são espirituais. O óptimo é uma prisão, é esta atitude de eu ter uma relação com Deus mas ainda colorir essa relação com o meu processo pessoal, portanto não serve.




O nosso problema é compreender a transição do óptimo para o sublime. Se nós concordar-mos que apenas o sublime permanece, imagina o lixo que é necessário deitar fora! Agora, o sublime é como uma semente plantada por detrás de uma grande pedra, é secreta, silenciosa e não se vê. Ele situa-se no centro oculto do teu ser onde nada chega, longe do olhar do mundo, porque, quando “o outro lá de baixo” vê que já não pode impedir a chegada do Cristo, ele muda de técnica e vai receber o Cristo ao aeroporto. Isto chama-se materialismo espiritual e em termos de consciência, significa o óptimo – é o ponto de retenção da consciência colectiva.




O homem comum nem sequer vê a mesa. O aspirante vê a mesa e diz que a mesa está limpa. O discípulo vê a mesa e o grão de poeira sobre a mesa. O iniciado vê a mesa, vê o grão de poeira sobre a mesa e vê o grão de poeira sobre o grão de poeira sobre a mesa e ele diz: ”o grão de poeira não está limpo, quanto mais a mesa”. O iniciado é uma serpente e uma pomba.




A partir desta etapa é muito importante que a exteriorização da tua luz aconteça, porque não pode deixar de acontecer. A partir de Agosto deste ano, cada ser humano que se pôde manter a qualidade de orbitar em torno da sua maior qualidade interior, começa a aproximar-se rapidamente da condição de discípulo e muitos tornam-se discípulos aceites, estáveis dentro da aura de um Mestre, o que significa o aumento do magnetismo desses seres (o poder de atracção dentro do circuito do Filho. No caso dos curadores também dentro do circuito da





Mãe divina, porque lidam com a vibração dos corpos). Os seres que têm a ver com as linhagens de profecia, de sabedoria, espelho, etc., lidam com o circuito do Filho. Tu já estás atraindo essa rede de seres que darmicamente te corresponde aliviar. Na proporção em que o ego se rende, Eles podem aumentar o magnetismo interno do teu ser sem perigo.




Certos seres humanos estão tendo implantada na sua aura e no seu ambiente interno a condição espelho. Estão sendo formados como reflectores entre dimensões. Estão ligados ao circuito de reflexividade que é um aspecto da Mãe. Um espelho é um ser que aprende a colocar-se na maior equidistância vibratória que ele poder gerar nele. Estes seres espelho e grupos espelho que estão em formação na Terra, irão lidar com a fusão das suas auras individuais de dois factos cósmicos: de baixo, eles irão começar a atrair gradualmente a energia do coração de cristal da Terra – branco rosado; de cima, eles deverão começar a ancorar neles a energia das naves-mãe.




Uma nave-mãe é uma plataforma orbital e neste momento existem pelo menos 7 grandes naves-mãe que estão começando a tessitura do corpo de luz da Terra.




Todo o aspecto tecnológico, de assemblagem, de engenharia dessas presenças cósmicas, é a tradução, num nível concreto, de factos internos altíssimos. Uma nave-mãe é um salto quântico pilotado para que a Terra mude de frequência, e para que a presença Divina possa finalmente saturar os éteres deste planeta. O que é a presença divina saturar os éteres? Significa que 99,9% dos teus pensamentos deixam de acontecer, fica apenas o nível mental que responde à presença divina, mas isto não por um processo de obliteração esmagadora, mas por um processo através do qual, os que não poderem responder a esta descida, vão “para outro quintal”, mas os que ficarem “aqui no jardim”, são aqueles que podem responder a essa frequência.




Estas naves-mãe contêm um aspecto do corpo de luz planetário, formam geometricamente em torno da Terra uma pirâmide invertida. O coração de cristal, na proporção em que for sendo despertado pelos seres espelho à superfície (esperemos que com a ajuda dos Mestres e dos anjos), forma uma pirâmide ascendente. À medida que a vibração do coração de cristal da Terra se expande, essa pirâmide luminosa ascendente adquire uma escala que envolve toda a Terra e essa pirâmide entra em sincronia com a pirâmide descendente formada pelas naves-mãe. No centro desta estrela de David está a Terra.




Quando todos estes triângulos de energia forem correspondentes, dá-se: a descarga, que é uma sincronia entre autorização da intervenção directa sobre o curso dos acontecimentos no planeta; descida da “presença da Mãe” ou “o Divino na substância”; deflagração duma onda compacta de um feixe de vibração que altera a constituição íntima da matéria para uma 5ª força constituinte - esta matéria só está nesta dimensão porque é composta por quatro forças, com a activação dessa 5ª força todo o planeta passa para a quarta dimensão.




Estas naves-mãe são, só por si, espelhos. Cada uma delas representa estrelas ou constelações. Significa que elas são lupas locais, pontos de focalização e de convergência da energia de constelações ou estrelas que têm a responsabilidade na ascensão da Terra. Esta dupla pirâmide reformula as leis planetárias. O contributo na superfície é feito pelos grupos e pelos seres espelho. Eles transformam-se em radares humanos da vibração desta operação.




Com o tempo irão ser partilhados, à escala planetária, mantras ligados à sincronia entre os espelhos humanos e o coração de cristal da Terra. Eles não podem mudar os acontecimentos sem que o coeficiente de humanidade tenha atingido um grau mínimo de sublimidade.





Então, cada vez menos o nosso problema é saber mais. O nosso problema é SER mais.




Quanto mais tu fores solicitado colectivamente, tanto maior tem de ser o fenómeno da semente e da planta oculta que cresce por detrás da pedra. Este momento é extremamente delicado, porque é um momento de fronteira entre o plano causal e o plano espiritual. Cuidado, mesmo, finalmente com qualquer fusível, qualquer complexo messiânico, é preciso uma completa planície quieta. Quando isto acontece, a tua consciência naturalmente liberta da plano causal e tu sobes para o plano do espírito puro do fogo.




Quando estamos aprendendo a ligar a nossa personalidade e os nossos corpos à vida interior, a música, o sorriso de um amigo espiritual lembram-nos do nosso próprio interior. Estes seres em formação estão a começar a descobrir como extrair alegria cósmica do simples facto de existirem - não de estarem vivos nesta dimensão, isso é um detalhe - Isto é a passagem do causal para o espiritual.




Esta passagem para o 5º plano significa tu transformares-te gradualmente num príncipe do espaço, alguém que tem uma continuidade de consciência para além desta dimensão, que cultiva a chama interna até que ela rompe os éteres que estão virgens e que impedem a 3ª visão de atravessar a realidade física, de forma a perceberes que afinal não estão só estas pessoas nesta sala, mas estão mais não sei quantas e assim sucessivamente.




A nossa mente, a nossa interioridade, o nosso psiquismo estão completamente afogados de ilusões. Estes seres espelho a ser formados estão a ter oportunidade de ver a sua consciência ser erguida acima destes consensos, e começarem a espelhar essas duas energias complementares. O corpo de luz da Terra é construído pelo despertar fulgurante do coração estrela do planeta e pelo campo de facilitação interdimensional fornecido por essas naves-mãe. Enquanto a nossa consciência está sob a influência dos três veículos, eu não faço contacto com estas duas turbinas de ascensão planetária.




Eu vibro fora do campo de estabilidade do meu ser interno e fica tudo completamente confuso, negro, denso, nevoeiro, Novembro, Chuva.





Assim que eu me permito comutar e reafirmar em mim a realidade cósmica da qual eu venho, rompe a nuvem, entra o Sol do ser interno e tudo se revela como um sonho. Nós estamos passando de prisioneiros a co-criadores do planeta.




Para que eu possa trabalhar a substância de um nível eu devo estar polarizado no nível imediatamente acima. Um emocional tumultuado é trabalhado através de um olhar cristalino que não se deixa atrair para o drama e atravessa todas as camadas do drama com essa luz fria do entendimento claro. Um vital emocional em caos, fica quieto, aprende o seu lugar na criação porque tu não estás lá, a navegar naquelas águas, mas estás a fazer descer um feixe muito límpido, muito exacto, da luz fria azul cobalto do entendimento puro. Isto implica que eu aprenda a olhar para mim. Eu crie uma distância em relação à minha natureza e cada vez que a existência realmente magoar, tu vais perceber: “Eu estava polarizado naquele nível, isto veio para me tirar daquele nível”. Chegamos portanto à benção do sofrimento. No momento em que inteligentemente tu percebes o motivo inteligente pelo qual aquele sofrimento está ali, em minutos ele dissipa completamente, senão não podíamos falar de uma hierarquia entre a mente superior e as emoções.




Enquanto eu não vejo a inteligência por detrás do sofrimento tentando recriar-me, tentando fazer com que eu vá mais longe e usando o recurso do sofrimento como um método de crescimento, eu sofro com o sofrimento, até ao momento de tu seres um discípulo que é um ser que desenvolveu a técnica de não sofrer com o sofrimento. Será que isto nos vai desumanizar? Com certeza que vai se tu não tiveres a ponta da pirâmide, agora se esta operação é feita em nome da construção de um cálice para uma luz maior, o teu coração aquece. Se tu fazes isto em nome da única vida, do único Ser, a superação do sofrimento transforma-se instantaneamente em compaixão.




Tu sabes que estás a fazer o trabalho correcto porque a tua compaixão cresce, tu sabes que não estás a fazer o trabalho correcto porque ficas frio, indiferente, desumanizado. Perdes as tuas qualidades humanas.




A forma de perceber que se está correctamente superando o plano emocional, é que tu não sofres com o sofrimento - o sofrimento continua lá, porque se tu és um ser ligado ao 2º Raio, enquanto a humanidade não estiver liberta, tu sofres - o teu coração aquece. O factor humano está lá, o que surge é uma vasta compaixão. Esta compaixão é igual à semente que cresce por detrás da pedra, ela satura os teus circuitos emocionais, a tua natureza humana e depois transborda. A compaixão espiritual é completamente balsâmica. Eu estou sofrendo mas estou aprendendo a olhar para o meu sofrimento atravessando-o com a luz pura do entendimento claro. Entendo que há um motivo inteligente para isto que está à minha frente e esse motivo não é pessoal, é cósmico, o Universo está interessado em mim, portanto eu sofro. Esse sofrimento alquimiza-se em compaixão.




Tudo aquilo pelo qual um ser humano passa é um processo de refinamento, mesmo a própria degradação, dentro de certos limites. A chama divina precisa de, antes de descer qualificar os teus materiais. O sofrimento, o ostracismo, a solidão, a não compreensão do meio ambiente, são processos de refinamento dos corpos até que eles possam adquirir a nobreza necessária para ancorar a chama divina. Mas essa nobreza é o resultado de uma humildade no tratamento de si para consigo mesmo. A humildade é a total ausência de egoísmo. Enquanto o egoísmo permanece, permanece a hipótese de eu querer atrair as coisas na minha direcção, porque o ego é um íman. Deus é nudez, Ele está tratando das coisas. Então, tu começas a ficar cada vez mais tranquilo. Se uma determinada tarefa espiritual que eu gostaria de fazer não for para ser feita por mim, tudo bem, é feita pelo ser que está ao meu lado. A tua tarefa foi pensada pelo Divino para ti, portanto, ela contém algo secreto que te corresponde profundamente. A humildade, a gratidão, a compaixão, a verdadeira simplicidade, estas rezinas são a condição para que a chama ancore em ti.




O que é que está limitando a iluminação de um ser? Tudo o que não é ele, e as éreas que ele não iluminou ainda. Tudo o que acontece é um refinamento. Cada episódio é um burilar na direcção da aristocracia do espírito. Se eu compreendo isto, eu fico completamente tranquilo perante a realidade à minha volta. O meu coração pode finalmente dilatar-se sem condições. Até que na terceira iniciação, a parte humana pode continuar com alguns pontos de sofrimento, de luta e de contraste, mas tu ficas completamente livre desse processo. Na terceira iniciação a capacidade de sofrermos através dos nossos corpos, pelos nossos corpos, termina. O sofrimento que se segue diz respeito ao resgate da Humanidade e a processos de transmutação colectivos.




A activação deste coração de cristal já começou e tanto as lendas dos Hopi no deserto do Novo México, como as lendas Maias, como alguns poemas místicos tibetanos, falam desse cristal oculto no centro da Terra, não é feita nenhuma referência à dimensão dele, mas percebe-se que ele actua sobre as leis do contínuo, do espaço-tempo dentro do qual a Terra está inserida. Provavelmente esse cristal é uma porta interdimensional ligada a Sírios e ao Sol.




Na proporção em que hipófises humanas aprenderem a sintonizar com essa estrela adormecida no coração da Terra, ela poderá despertar, ela funciona como um timo planetário e à medida que liberta a sua secreção, o comportamento das plantas, o comportamento geológico , o comportamento dos animais alteram-se e sobretudo, o éter começa a tornar-se finalmente saturado da energia do Logos planetário.




Qual é a diferença entre o éter desta sala e o de um templo intraterreno? A diferença é que no éter dum templo intraterreno a vibração, a presença, o facto oculto Logos planetário, não é mais oculto. Não porque haja uma experiência clarividente, mas porque no momento em que tu entras em contacto com essa química, implanta-se dentro de ti a energia do Logos que corresponde, no ritual católico, ao sacrário.




A emergência da vibração do facto interno desse cristal em toda a atmosfera da Terra e a sincronia dessa pirâmide ascendente com a vibração divina descendente produzida pelas naves-mãe, gera um campo interdimensional e uma porta, o que acontece é que todo o éter do planeta passa a ser sacrário.




No ritual católico, no momento em que se abre o sacrário e se tira a hóstia, é o momento em que os celebrantes estão todos de joelhos, o que significa que a condição humana não está à altura de compreender o mistério do sacrário. Se tu perceberes um templo como uma sequência de passos iniciáticos, no centro, o sacrário é a convergência de toda a energia do templo e no rito, o sacrário é o ponto alto. Tanto no espaço, arquitectonicamente, como no tempo, o sacrário é o centro. No ritual católico canónico aos olhos da hierarquia, naquele momento dá-se o contacto daquela assembleia com um grau de Shambala, …senão não era sacrário.




O sacrário sempre implicou, na sequência da compreensão do ritual católico, o ponto em que o mistério é revelado, e contudo, ninguém percebe nada. Em termos ortodoxos isso significa a revelação de uma verdade maior, daí que as pessoas estejam de joelhos. Num templo construído segundo a ortodoxia espiritual maçónica, que era a ordem oculta encarregada de apoiar o catolicismo, se elas se tivessem entendido para o bem da Humanidade, em vez de se terem excluído mutuamente, os maçons eram os construtores dos templos, quando o sacrário é aberto, existe uma convergência de energia cósmica naquele ponto e há um estímulo muito exacto sobre todos os seres humanos, isso corresponde a momentos também igualmente exactos nos rituais budistas.




A activação do coração de cristal da Terra, a transpiração dessa holofrequência que organiza todas as moléculas da Terra segundo um novo diapasão, e a activação da pirâmide descendente fornecida pelas estrelas via naves-mãe, opera um sacrário em todo o planeta. O trabalho dos seres espelho é assistirem à ancoragem dessa vibração e construírem epicentros para essa ancoragem. Cada ser espelho é um sacrário.





24/11/99



À medida que os seres humanos se vão deixando atrair à aura colectiva dos vários centros de potência hierárquica da Terra, cada ser está sendo chamado para o centro e o varrimento energético que lhe corresponde. As nossas identidades, a experiência psicológica que nós temos de nós próprios e dos outros, está em completa mutação.




Liz actua no aumento da voltagem do poder atractor da alma sobre a personalidade, actua no estímulo de uma imensa superfície de vibração acima da nossa mente (corpo causal). Liz é um centro qualificado pelo 4º Raio (Harmonia por Conflito), o raio que funde opostos.




O que são os Raios?




A evolução da revelação do Divino a um planeta não confederado é feita por vagas sucessivas. Geralmente um planeta que não pertence à confederação intergaláctica luta com uma equação complexa composta pela força do passado, pelo coeficiente de células cerebrais activas em média numa humanidade, pela iniciação respectiva do Logos desse planeta e pela natureza dos povos que o habita.




Em termos filosóficos e espirituais, significa que, no princípio existem centenas de deuses, centenas de fragmentos da intuição única, existem tendências animistas. À medida que os milénios passam, é possível começar a revelar gradualmente a existência do único Pai.




A passagem de um planeta não confederado para um planeta em processo de iluminação gradual, é feita através de passos extremamente exactos e isso está entregue a uma ordem cósmica que neste planeta é conhecida como a ordem de Melquisedeque. Esta Ordem mantém o fio condutor entre todas as revelações disponíveis e autorizadas para um planeta. A Ordem e os vários Melquisedeques residentes num planeta funcionam como eixos auto conscientes em torno dos quais, os círculos das revelações que vêm de níveis cósmicos e celestes podem ir descendo, permeabilizando, impressionando o intuitivo colectivo. A Ordem de Melquisedeque é uma ordem de iniciação global, eles actuam ao nível da hipófise da Humanidade como um todo. Só após a 3ª iniciação um discípulo começa a sentir e a responder coerentemente à impressão magnética produzida pelo factor Melquisedeque.




Isso é válido porque as iniciações da Terra são acelerações evolutivas, no entanto, toda a humanidade, na sua dignidade, na sua transparência, no seu amor oculto, articula-se com a Ordem de Melquisedeque. Esses pivots que descem à atmosfera psíquica de um planeta, têm a função de manter concêntricas, nos planos internos, todas as religiões, todos os esforços de ascensão do Homem e todas as descidas de novas partículas de revelação. Os Melquisedeques estão sempre presentes na transmissão, no estímulo e no fortalecimento da consciência do Deus único.




A partir da etapa em que é possível uma Humanidade manter-se minimamente estável perante a força de convexão produzida pela consciência de um Deus único, o que não é fácil porque implica renunciar a camadas e camadas de tendências e de hábitos locais, é possível fazer descer um avatar maior que trabalhe com a consciência da Trindade (que revele a acção dos circuitos do Pai, do Filho e da Mãe), e que possa sem nenhuma possibilidade de produzir nenhum retorno ao politeísmo animista, começar a instruir essa humanidade nos segredos das técnicas de escape que o Divino utiliza em relação ao infinito. Se Ele não se defraccionar em a Trindade Ele é igual a infinito.





Para efeitos de Criação, Essa unidade cósmica absoluta e transcendente necessita de se defraccionar em Trindade. A Trindade é uma técnica dissociativa dentro do próprio Divino, de forma a criar funções que permitem a Criação. Sem Criação não é necessário o Filho como contemplador e consciência que mantém e sustém a Criação. E muito menos é necessário a Mãe como substracto e suporte e ondulação a partir do qual é gerada a luz, as linhas de gravidade, o tempo, o espaço, enfim, a tela na qual o Universo é pintado.




O processo de defração do Divino não termina na Trindade. A Mãe, o terceiro aspecto do Divino, subdivide-se novamente em quatro aspectos que são atributos da Mãe (Raios, penetrações activas do eterno dentro do tempo e do espaço).




Cada uma destas quatro formações do Divino são, exactamente, radiações. O Pai, O Filho e a Mãe - o 1º, o 2º e o 3º Raio, que são aspectos do Divino e finalmente o 4º o 5º o 6º e o 7º que são atributos do Divino. A diferença entre aspecto e atributo é que o aspecto é uma técnica de escape em relação ao infinito, é um método de criação, enquanto que os atributos são formas de manutenção do Universo.




O 1º Raio está relacionado com a Vontade e o Poder é um raio de inseminação pura do transcendente para dentro do espaço e do tempo. É a própria unidade.




O 2º Raio está relacionado com a Consciência Cósmica - Amor-Sabedoria. Para existir consciência é necessário haver dois polos, um positivo e outro negativo e a consciência oscila a uma velocidade infinita entre estes dois polos. O polo negativo é a criação em evolução. O polo positivo é o próprio Divino. A consciência cósmica - o Filho - situa-se estável entre estes dois polos e ele gere as sucessivas interpenetrações entre a Mãe e o Pai ele é o resultado dessa relação. Ele é consciência porque ele liga substância à vida pura. De alguma forma, estas grandes categorias do Universo, dá-se um loop sobre ele próprio. No momento em que o Divino reflecte sobre ele próprio nasce o 2º Raio, ele lida com a dualidade. A principal característica do 2º Raio é o Amor.




O 3º Raio, a Mãe, qualifica a dança cósmica - Actividade inteligente diz respeito a todo o movimento, actividade, luz, ondulação, alternância, jogo, dança, em todos os seus níveis.




O 4º Raio lida com a Harmonia




O 5º Raio lida com a Ciência




O 6º Raio lida com a Devoção




O 7º Raio lida com a pulsação, com a disciplina e com o Cerimonial







Quando nos é dito que sendo Liz um centro de energia feminina trabalha através do 4º Raio, estão-nos a tentar ensinar a forma através da qual é gerado em nós um conflito e através do qual esse conflito é superado.




Um discípulo é um ser que está começando a adquirir uma visão dupla, não mais vê o que está à sua frente (emoções e pensamentos) ele é um ser auto inaugurado acima da mente. A dor do discípulo é a dor da dualidade entre a forma e a vida. Entre a vida que atravessa toda a substância e utiliza formas como trampolins para si mesma e tão depressa cumpre a função que uma forma lhe permite atingir, supera essa forma para uma mais perfeita, e as organizações de substância física, emocional e mental que permitem o encarnar sucessivo de níveis, de voltagens, e de presenças de vida cada vez mais amplos.




Um casamento é uma forma emocional. Um golfinho é uma forma física. O marxismo-leninismo é uma forma mental.




A vida é uma massa avassaladora de perfeição que é transmitida à matéria em evolução. A vida que é um atributo do Pai, é sempre perfeita em si mesma, ela satura electricamente o Universo. O arco de trânsito da vida parte dos altos níveis paradisíacos centrais acima dos universos evolutivos, desce em massa, e por mandato divino, precisa de se exprimir do lado de baixo da tela espaço-temporal.




O espaço e o tempo, as formações biológicas, emocionais, mentais, são máscaras através das quais a vida brinca com ela mesma. Não existem vidas, existe VIDA. O facto de que biologicamente e cientificamente se observa uma mudança de comportamento na matéria, da passagem do inorgânico para o orgânico, ou seja, a partir de um certo grau de combinação de proteínas começam a acontecer palpitações que os físicos e os químicos definem como vida, essa vida não é a vida dos ocultistas, essa é a vida dos bioquímicos.




A vida dos ocultistas é um facto perfeito e suberano por detrás do espaço e do tempo, no qual várias combinações de vida são possíveis.




O discípulo aprendeu a olhar para si próprio como um suporte de vida, que tudo é uma onda de vida, e que essa onda vai lutar até às últimas consequências para plasmar a perfeição na matéria e na substância em ascensão. O Divino na sua perfeição, auto emana-se para fora da transcendência e coloca a si próprio um problema que é o espaço-tempo, um garrote que limita a passagem do princípio vida, da perfeição.




As organizações periféricas de pensamento, são formas alfandegárias de ir adaptando essa potência perfeita que emana do centro do teu ser ao problema do espaço e do tempo.




Nós somos diafragmas entre a eternidade e o tempo. Nós estamos sendo chamados a uma progressiva plasticidade até que finalmente o barro se transforma em óleo.




O discípulo foi amorosamente retirado da tripla gaiola humana e colocado na gaiola nº 4, a intuitiva, de forma que ele adquire uma dupla visão e ele vê a forma, e a forma como a forma revela qualidade da perfeição e do infinito.




O problema principal da nossa alma é superar a dualidade entre a substância e o espírito. Ela tem uma parte que está impregnada de substância - ser psíquico - e tem outra parte completamente virada para o Divino - eu superior - então, a nossa alma é um espectro entre o eu psíquico e o eu superior, e muitas vezes, sofre a tensão do facto de o Universo estar em construção.




A dor de um discípulo formado é a consciência de que existem zonas do universo que não foram ainda terminadas, porque abaixo da alma há este imenso oceano de incomplitude, de confusão, de caos, de obscuridade e acima da alma temos a presença divina que não pára. A nossa alma está sendo submetida a uma força divinizante ao mesmo tempo que é submetida à máscara do espaço e do tempo - esta é a crucificação e a dualidade que caracteriza o discípulo.




À medida que o processo se aprofunda, a alma começa a ser admitida gradualmente na região monádica e no vórtice divino que é a mónada.





Cada vez mais tu percebes que há um sorriso em ti que é independente dos acontecimentos exteriores. O 4º Raio é esse sorriso.




Existem três etapas de iluminação dentro da condição de discípulo. Quando um ser entra nesta condição pela primeira vez, ele compreende como tudo limita a vida (o corpo, as emoções, a mente), ele contempla a totalidade do problema dos três planos inferiores.




Existem crianças sem afecto porque existem crianças com excesso de afecto no planeta, existem zonas ou famílias ou lógicas que fecham a energia afectiva no planeta. Estas concentrações no plano afectivo acontecem no plano económico, no da alimentação, etc.. A energia afectiva que devia funcionar como um fluxo homogéneo de forma a não ser retido em nenhum momento, devia circular sem encontrar nódulos de resistência e funcionar como uma imensa maré. Dão-se fenómenos de primeiro mundo e de terceiro mundo a nível afectivo. Há pessoas e famílias que fazem ampolas de resistência afectiva dentro delas, isso faz com que todo o grande fluxo de amor que deve circular no plano astral, fique retido em certas zonas. O amor nos planos superiores não pode ser espelhado no seu oposto, mas não há nada mais fácil de inverter no seu oposto, do que o amor no plano astral. Tu gostas de mim enquanto eu correspondo à tua expectativa sobre o que tu achas que eu tenho que ser, porque se te desaponto, é como se eu não existisse mais. É assim que as pessoas vivem. Eu tenho que aprender a amar o outro pela essência dele.







A primeira iluminação de um discípulo acontece quando ele vê como tudo limita a vida e ainda que isto seja, num certo nível, uma experiência de dor, num outro nível é uma iluminação, porque ele pela primeira vez está a começar a sair das trevas, a distanciar-se da fé que ele colocava nas formas. Ele está numa condição equivalente ao touro branco da mitologia que tem apenas um só olho, ele está completamente estável sobre a Terra, o Divino dentro dele despertou, e ele tem acesso a um primeiro olhar de Deus através dos seus próprios olhos.




Tu apreendes a afectividade com os olhos do Pai e não mais com os olhos psico afectivos, sócio-económico-civilizacionais, etc..




O amor palpável e visível é a grande forma de exprimir amor. A consciência cresce através das formas para além das quais o amor é expresso. Quando a família faz uma ilha e é incapaz de crescer afectivamente para fora da família, para outros núcleos, ela torna-se um foco de paralisia da energia afectiva. A família devia ser a primeira a ficar em paz quando um membro da família declarasse que tinha decidido caminhar para o Divino, mas as famílias, a partir do momento em que um chega lá e diz: “o meu caminho é na direcção do Divino”, entram em pânico, porque elas aceitam um modelo de amor mas não aceitam o amor total e o amor total liberta, devolve as pessoas à sua verdadeira identidade, que é uma identidade pré e pós familiar.




A família é um episódio na vida da alma, nós temos dificuldade em encarnar sem passar através da família, mas a alma é um arco de consciência anterior à família e posterior à família. A família não gangrena afectivamente quando aprender a respeitar esses arcos de consciência. A família aceita enquanto o arco de consciência for entre o socio-económico e o familiar, entre o profissional e o familiar, agora, quando uma alma declara a sua liberdade maior no seio da família, ela imediatamente não sabe como lidar com esse factor. O que é que se passa? Ou a família cresce ou o planeta explode. As famílias correctas são formadas por atracção entre as almas. Acima das famílias por atracção entre almas, começam-se a formar grupos espirituais por atracção entre mónadas, e as famílias deveriam aprender a reverenciar, a amar, a proteger aqueles que têm possibilidade de responder a um impulso mais alto.




Em qualquer sociedade tradicional, o rapaz de 11 anos que começa a falar das coisas mais altas da tribo, é levado ao ancião da montanha.





A nossa sociedade perdeu o contacto com o ancião da montanha e não sabe o que fazer com a criança especial e como ainda por cima, devido ao tipo de processo que a civilização está a viver, a criança especial está-se a revelar em centenas de milhares com 30, 40, 50 anos, as famílias, de repente, vêem-se em cheque no seu modelo tradicional.




O que está a mexer com a energia da família não é um choque comportamental, é que, ou a família cresce para os níveis espirituais e aprende que o amor da família é da família, e o amor de Deus é de Deus, e aprende a fornecer apoio para uma vocação espiritual autêntica no seio duma família, ou ela começa a colocar-se, sem dar por isso, contra a onda de auto revelação maciça da humanidade a si própria. E é por isso que muitas famílias estão em desactivação acelerada. As famílias estão a ser postas em causa, porque elas não estão a saber evoluir para dentro do espírito.




Não há nada na estrutura de uma família que precise ser posto em questão, que impeça a iluminação total de um ser (senão não haveria famílias de mestres e há mestres e discípulos avançados que formam família), mas há alguma coisa no subconsciente dos seres que formam a família que impede, então, quando há um que desperta no seio de uma família, a família é convidada a crescer.




A partir do momento que tu tomas consciência do que limita a vida, começas a operar no nível da segunda iluminação do discípulo, começas a tomar consciência do eu, da realidade que está por detrás da realidade que limita a vida. Na primeira iluminação tu apercebes-te do que prende. Na segunda iluminação tu apercebes-te do que liberta.




As pessoas que estão neste momento tendo uma experiência de redução dolorosa da sua liberdade, de perceberem como tudo é antagónico à sua necessidade de perfeição, eles estão a chegar à primeira iluminação. Essa não é uma experiência de limitação. Ter consciência do que limita, é uma libertação. Esta é a diferença entre não ter consciência e não se sentir limitado, e finalmente, aquele que julgava que era um insecto rastejante descobre que tem asas, dá-se o síndroma Fernão Capelo Gaivota, que é um conjunto de sintomas muito específicos e nessa primeira iluminação, tu percebes que podes voar e ao mesmo tempo, encontras-te numa sociedade para quem tudo o que seja acima da manutenção básica, é remetido para o plano da utopia.




Pela primeira vez o pássaro apercebe-se que está dentro duma prisão, essa é a condição da primeira iluminação do discípulo.





4/12/99



Um planeta iniciado é uma ilha estacionada entre o tempo e a eternidade, aproxima-se da condição do ponto estreito de uma ampulheta - é o ponto que separa o futuro do passado.




Observar uma ampulheta permite ter uma consciência comparável à consciência da 4ª dimensão porque se pode ver simultaneamente os grãos do futuro, do presente e do passado e assistir ao movimento dessas partículas.




Um planeta de 3ª dimensão como o nosso, existe estabilizado na ampola inferior da ampulheta. A consciência da humanidade recebe os resultados da gravidade, da força, da energia, do espaço, do tempo, estas são as categorias que a nossa consciência se limita a observar.




Um planeta de 3ª dimensão corresponde a uma esfera de evolução na qual a consciência da humanidade se encontra estacionada nessa ampola inferior da ampulheta e o reino monádico, do ponto de vista de um planeta de 3ª dimensão, corresponde à ampola superior da ampulheta.




A mónada representa para nós o futuro e o potencial que o futuro tem de, literalmente, desaguar nas águas da eternidade.




Acima da mónada existe essa chama central absoluta que representa para nós a eternidade - consciência avatar.




A consciência avatar em ti é a porta, o magnetismo que reverte a experiência do tempo e da evolução em contacto com a eternidade. Um planeta de 4ª dimensão é um planeta que foi guindado da parte inferior para o ponto estreito da ampulheta. É um planeta que está a ser iniciado, não mais nos mistérios do controle da força, mas finalmente, da dissolução da ilusão.




“Deuses adormecidos” significa centelhas divinas revestidas por alguns tipos específicos de ilusão e por algumas técnicas específicas que o Universo utiliza para plantar-se a si próprio dentro do tempo. Uma mónada é uma auto semente do Universo. Cada um de nós que é guindado acima do físico cósmico e começa a fazer contacto com as correntes de fogo puro, é o resultado de uma semeadura. Do ponto de vista universal nós somos “ainda” sementes.




A centelha divina e os seus prolongamentos nesta dimensão estão enterrados na matéria cósmica profunda, cujo espectro vai desde o físico propriamente dito, até ao próprio plano monádico. Do ponto de vista cósmico superior, tudo isto é considerado físico.




Para que os Irmãos possam retirar, a uma escala universal, os véus que impedem a auto revelação da humanidade a si própria, é necessário que existam pontos pilotos utilizados como fusíveis da iluminação da humanidade como um todo.




A elevação da Terra para o ponto central da ampulheta implica a construção e activação do corpo de luz planetário - o veículo que relaciona as três grandes entidades em evolução na Terra com a alta voltagem do Universo. “Vida mais abundante” significa ligação do planeta à alta voltagem universal. Este planeta, desde alguns acidentes que aconteceram está em quarentena, está isolado das correntes cósmicas superiores, a voltagem prometida para circular à superfície do planeta é reduzida, daí Eles estarem criando uma constelação de fusíveis, uma rede onde a vibração possa ser aumentada gradualmente, que funciona como espelho, acumulador e deflagrador dessa energia para o resto do planeta.




O equivalente de uma energia quente, é a consciência de que estes seres que estão operando a elevação da Terra, são tu próprio na ampola superior da ampulheta. Os Irmãos do espaço são tu mesmo no futuro. Eles têm princípios de individualidade distintos, átomos semente distintos, utilizam corpos e códigos genéticos distintos mas aquilo que Eles estão fazendo vibrar neste momento, corresponde aos grão da ampulheta que estão vindo do futuro.




Vastos oceanos de identidade, de auto realização, estão guardados nesses níveis mais altos. Os Mestres, os anjos, os Irmãos do espaço, funcionam como embaixadores do futuro para uma consciência que, do nosso ponto de vista, é presente, do ponto de vista dEles o teu presente é passado.




Estes pontos focais são nódulos a partir dos quais, do ponto de vista do carma do Universo, assim que esses pontos focais nascem, Eles permitem que os “senhores do carma” comecem a alterar as leis da evolução neste planeta e as leis do funcionamento do homem.




Existem três princípios: vida; consciência; substância; e ainda um quarto princípio relacionado com a qualidade com que estes três se relacionam no tempo, e esse tempo guarda a chave da 4ª dimensão.




Uma mudança de dimensão num planeta corresponde a mais vida, a uma consciência sacralizada e ao advento de uma super matéria, e esse advento está directamente ligado ao despertar da kundalini da Terra. Esse despertar equivale a alterar as leis da matéria, no sentido de fazer ascender a forma como as substâncias se organizam, o que permite a manifestação de um novo suporte para a vida e para a consciência. Para que Eles possam mexer nas leis ocultas da matéria precisam de garantir a lente que é a Humanidade como um todo, e de estabilizar esses pontos focais, que garantem que o mínimo de precisão da descida da força que invoca esse kundalini planetário está garantido.




À medida que o kundalini planetário desperta, rapidamente, a lei que rege a materialização deste planeta, passa do cubo para o icosaedro, que é como o cubo composto por comprimento, largura e altura só que tem mais vectores e uma forma geométrica mais complexa.




A elevação dos princípios substância e consciência até ao Divino, é uma viagem através da qual a matéria e a consciência passam da condição cúbica até à esfera. O cubo é uma forma de significar as leis ocultas da manifestação da Terra e a forma como a vida e a consciência são permitidas actuar sobre a substância. O que Eles estão a preparar para a entrada da Terra na nova dimensão é a passagem de leis cúbicas para leis icosaédricas.




A alteração das leis que regem o planeta permite que a matéria morra menos com a acção do tempo, das forças da gravidade, dos agentes e dos oxidantes que levam ao envelhecimento.




A passagem do cubo para o icosaedro, começa a suspender gradualmente os processos de oxidação e envelhecimento da Terra. Começa a emergir uma substância cuja organização de proteínas permite sustentar a vida com uma curva de envelhecimento muito mais longa. Os primeiros patriarcas da Bíblia viviam 900 anos, significa que houve em tempos seres que representavam fraternidades cósmicas cujos planetas e sistemas solares evoluíam segundo outras leis. Para que os irmãos possam mexer na evolução do contínuo espaço-tempo, matéria-energia, precisam de garantir vida mais abundante e uma lente capaz de fazer descer essa vida mais abundante de uma forma segura.




Está em formação em todos os convocados o seu corpo de luz individual. A partir de um certo grau de afirmação da chama dentro de ti, de uma devoção que não tem retrocesso, de um certo grau de expressão, de uma vontade de união com o teu ser interno, o teu anjo da guarda é substituído por um serafim interdimensional.




A função do anjo da guarda era garantir a elegância do teu processo psicológico, do teu caminhar, garantir luz ligeiramente à frente do teu caminho. Ele é um inspirador, um protector e um condicionador da consciência.




A partir do momento em que te auto convocas para ancorar vibração espiritual pura neste planeta, eles tiram o anjo da guarda e enviam um serafim.




Na “Profecia Celestina”, no último capítulo, havia um ser que aparecia e desaparecia do plano físico, chama-se a isso “mudar a face das moléculas”. Não tem nada a ver com a organização das moléculas entre elas, continua a ser H2O só que o ângulo das núvens electrónicas é alterado em 90º. Tem a ver com a mudança de ângulos. A estrutura molecular, o peso, a massa atómica, mantêm-se, mas os ângulos em torno do núcleo mudam, o que é sólido deixa de o ser, a tradução da massa e da gravidade altera-se e a partir daí é tudo ilusão.

Um serafim de construção do corpo de luz é um anjo que vem ajudar a criar, a estabilizar um campo interdimensional em torno do teu corpo físico, inclusive.




Enquanto que o anjo da guarda actuava essencialmente em dimensões psíquicas e na evolução da resposta moral da nossa consciência ao chamamento interior, este serafim vem para, juntamente com os engenheiros do espaço, construir uma estrela de David que te deixa à beira da 4ª dimensão.

Esse veículo interdimensional era chamado pelos egípcios “mercaba”: CA - espírito; BA - alma; MER - rotação.




Quando se chega a um ponto que está a ser activado interdimencionalmente (os micro triângulos das Bermudas que estão a ser activados em todo o planeta) sentimos que começa a acontecer dentro de nós um movimento de rotação e é difícil explicar em que veículo está a acontecer, assim como quando se está sentado em meditação, pode-se começar a sentir esse movimento de rotação em torno de um eixo. Isso são os primeiros movimentos insipientes da geração em torno do teu ser, da tua Mercaba.




Desde 1888 - Doutrina Secreta - estamos a ser chamados a unir a nossa consciência à alma. Com o despertar monádico dos anos 80 nós estamos numa entrega total ao Divino. À medida que vamos desenvolvendo esta capacidade em nós de não nos possuirmos, e que finalmente tens a alegria de encontrar o verdadeiro e único Senhor no teu ser, o PAI instala-se e esse resultado é uma incandescência que espelha o deleite de Deus em si mesmo.




Quando tu entregas a tua existência, quando tu pedes que Ele esteja presente em cada acto, e quando suplicas que aquilo que não pertence ao caminho que conduz a Ele seja eliminado, este conduto que é a nossa existência tem de tornar-se exacto, efectivo, elegante. Necessito de pedir ao alto que ponha na nossa consciência os pensamentos dEle, que ponha no nosso coração os sentimentos dEle, entregar as minhas mãos ao vértice da “coisa” e depois a “coisa” desce e toma conta.




Acima deste 2º patamar que é a vida de entrega e de oração existe essa 3ª etapa que tem a ver com a preparação do teu ser para a interdimensionalidade, com a alteração das leis dentro das quais tu vives individualmente.




O 1º Antakarana lida com a relação entre a consciência e a alma - impressão espiritual - é um trabalho de ecologia psíquica, de selecção contínua do material que chega à nossa consciência. Eu começo a deixar-me impressionar pela extrema qualidade dos meus pensamentos.





Deita fora 70, 80% dos pensamentos e fica só com as pérolas e depois deita as pérolas fora e fica com o diamante e é aqui, no diamante, que tens a incandescência que estabiliza o Antakarana.




É pelo amor à verdade - 5º Raio - que tu encontras a pérola, nesse momento, fizeste o trabalho na consciência e na mente.




O 2º antakarana liga a alma à mónada. Esta segunda ponte é dentro de ti o reflexo da Mercaba, o reflexo do corpo interdimensional.




A Mercaba lida com a ligação entre o teu corpo físico, etérico, emocional, mental, com a próxima dimensão planetária. Este processo acontece no éter, especialmente em torno do teu corpo físico, enquanto que os outros processos acontecem dentro do teu ser. À medida que esse corpo é construído e activado, tu começas a ficar cada vez mais próximo dessas mudanças de face molecular ao nível do corpo físico, até que, quando o processo amadureceu e está pronto, eles começam a ter - sem que os indivíduos saibam, porque as pessoas estão a viver o processo e não fazem ideia nenhuma - alguns milhares de seres na Terra que podem começar a fazer mudança de face e entrada e saída da 4ª para a 3ª dimensão. Não é a primeira vez que uma pessoa desaparece num pinhal sem se saber como e também não é a primeira vez que regressa sem se saber como.




À medida que Eles têm estes seres munidos de um campo interdimensional em torno da sua própria consciência física, a partir de um certo coeficiente de mercabas humanas activadas, começa-se a dar o despertar do coração de cristal da Terra. Ele responde a 3 coisas: uma consciência completamente purificada de egoísmo - enquanto eu estou focalizado na minha vida externa a minha consciência é um poço de egoísmo, até à 4ª iniciação tudo é orgulho. O que interessa é que eu vou para a minha meta. As pessoas estão constantemente referenciando-se no seu próprio ego, o meu ego não me deixa avançar, estou poluído, cheio de partículas, a minha água não está limpa, …isso é orgulho! Tu querias não ter o teu ego como? O ego está assim, o planeta está assim, é uma crise em geral! Ego, governo, poluição, é tudo a mesma coisa, larga! O trabalho não é ficar a olhar para essas coisas. Está-se a fazer um trabalho que é limpar e purificar o caracter, mas isso tem de ser feito como quem não faz nada! O meu trabalho é negar, não estar naquela dimensão. A natureza humana é composta por ciclos de luz e de sombra. Eu preciso de não ser apanhado em nenhum mecanismo depressivo nesta altura dos acontecimentos.





Geralmente quando essas forças atacam com mais intensidade é quando elas estão no canto do cisne.




Geralmente uma força involutiva ataca três vezes. Aquilo aparece, e a primeira vez é realmente muito potente, se te recusas a não confirmar aquilo naquele momento, ela desaparece. Daí a uns 10, 20 minutos retorna com menos força mas mais refinada, tu olhas para aquilo, ahhh!





Estás aqui outra vez! E abençoas a força involutiva, “que o demónio te abençoe, vai para o céu”. E o demónio já não sabe muito bem o que é que está ali a acontecer com ele - estamos a falar de forças involutivas que circulam a atmosfera psíquica da Terra, o demónio é uma figura de estilo. À terceira vez ela só vem para ser finalmente e definitivamente transmutada, vem muito mais frágil.




A 1ª vez actua no plano astral, a 2º vez ela está a ver se pode entrar através do plano mental, aí é altura de abençoar e dizer: “nem pensar, podes ir andando”. À 3ª vez ela vem mas a pedir para ser transformada. Isto passa-se com discussões, com medos, com fobias, com fixações.




À medida que eu permito que eles construam a Mercaba em torno de mim, mesmo do nosso corpo físico, tu vais-te transformando num ponto de intercepção das duas grandes potências que actuam no Universo: a matéria sagrada em ascensão e o espírito do Pai descendente.




A matéria sagrada em ascensão é composta pelo coração de cristal que é o codificador da onda vibratória electromagnética dentro da qual toda a matéria terrestre existe - o rádio tem um sintonizador de quartzo que é um cristal que permite, que à medida que tu fazes a variação de frequência, estabilizar, de uma forma certa, a onda que está a ser emitida. A Terra também tem um cristal que é o coração de cristal que pode sintonizar vários comprimentos de onda.




A partir do momento em que a Terra entra na 4ª dimensão, deverá começar a receber influência, não apenas do Sol mas também de Sírius.





Esta influência solar tem cumprido um certo tipo de evolução da Terra, a partir do momento que a Terra sobe de dimensão, deverá começar a ancorar energia de Sírius directamente.




Toda a nossa auto consciência vem de Sírius, ele é um emissor de potência que carrega o que alguns ambientes chamam “o centro do senhor do mundo”. Não há nenhum centro do senhor do mundo, a coisa é muito mais abstracta e profunda.




Ciclicamente, esse Ser que corresponde ao vértice da pirâmide nas consciências hierárquicas na Terra, recebe uma nova infusão de potência, isso carrega o correspondente à sua hipófise, ao seu ponto máximo de concentração, e essa carga vem de Sírius que é uma estrela que guarda, vela o potencial de elevação de centenas, de milhares de planetas nesta zona do Cosmos.




Quase todo o circuito de avatares que tem encarnado neste século são emanações de Sírius: Ramana Maharishi por exemplo. A função desses seres é permear a consciência colectiva do planeta com outra onda de vibração, que não é a soma de nenhuma conquista, é uma síntese que desce.




O ressonador, o cristal no interior da Terra, tem estado afinado para a Hierarquia e para o Sol, e gradualmente irá começar a receber frequências de estrelas mais altas. Esse ressonador guarda a velocidade com que o kundalini do planeta desperta. Se o kundalini de um ser humano faz com que um indivíduo passe de idiota a mestre, imagina o que é que o kundalini de um planeta faz!




Esse ressonador precisa de extrair uma informação cósmica vinda de Sírius, acumular essa informação e começar a pulsá-la para o kundalini planetário, e a partir do momento em que essa nova onda transpira, activa o kundalini da Terra, toda a matéria passa de uma lógica cúbica para um lógica representável por um sólido geométrico com muito mais faces. Outras leis da matéria.




Esse coração de cristal é excitável através de 2 ou 3 factores: uma consciência completamente cristalina, desprovida de ego inclusiva do comentário que o ego faz a si próprio. Este tipo de consciência cristalina, despida de convecção egóica, excita o cristal central da Terra e estes seres que começam a ter ambos os Antakaranas ligados e a ter o seu corpo interdimensional em construção, a visita nocturna deixa de ser o anjo da guarda para passar a ser os serafins.




A iniciação do Logos deste planeta implica uma injecção de mais vida, que por sua vez necessita de uma humanidade muito mais consciente, da emergência de uma super matéria, do despertar de um novo código genético que será o suporte para uma super vida.

É a concomitância entre a descida do Divino e a capacidade de resposta da matéria que geram mais vida. A expressão crística “vida mais abundante” não é apenas a vida que desce mas a capacidade do “barro” responder a essa vida que desce e isso tem a ver com elevação, com evolução.




A nossa consciência corresponde no plano humano, ao que o ADN corresponde na evolução da substância. Para que Eles activem um código genético com 12 hélices, é necessário que eu passe de uma consciência 2 para um consciência 12, eu preciso de me abrir a muito mais parâmetros - as pessoas têm o seu “palco” que devia ser uma pista de aterragem do Divino, saturado de figuras de estilo da cultura onde emergiram. Qual é o interesse de existir para repetir o que a geração anterior fez? Se a imortalidade tivesse sido atingida, Eles pegavam na Amália Rodrigues e faziam um monumento vivo, ainda bem que a levaram para uma nova dimensão, senão tínhamos 4000 anos de Amália! 4000 anos de fado! 4000 de guitarra portuguesa! Isto significa exactamente a estagnação da civilização, da cultura. E são as nossas consciências que põem ou tiram energia dessas coisas. Ex.: À medida que os produtores de carne começaram a perceber que vários sectores da população mundial está deixando de consumir carne e passou a consumir tofu, seitan, ficaram preocupados e começaram a sabotar as indústrias de tofu e de seitan. Em vez de perceberem que terminou a indústria da carne e começou uma nova indústria, estão tentando fazer com que o mercado continue igual e o dinheiro é exactamente o mesmo! A preocupação instala-se porque a pessoa mais depressa vê o mundo a mudar do que ela própria!




Estes seres que surgem com os seus veículos interdimensionais activados, estão sendo atraídos para circuitos transistorizados de mónadas que já conseguem actuar minimamente através de seres humanos. Isso forma os pontos focais a partir dos quais se vai começar a dar a reacção de transformação. Neste momento já existem zonas no planeta que estão oscilando entre a 4ª e a 3ª dimensão, nessas zonas onde acontece inversão magnética - lá o teu peso diminui ou não o sentes - acontece a retroversão do metabolismo - tu comes e dormes muito menos - são zonas onde o pensamento negativo tem dificuldade em permanecer.




Eles têm várias zonas onde está a acontecer a operação de mudança dimensional, ela não é contínua mas descontínua, essas zonas são: no Peru, no centro da Argentina, do Brasil e de Portugal, no mar do Japão, na tundra da Sibéria, no Havaí, nos Açores, etc.




Sinais de que se está a dar o processo de reversão do teu ser: uma profunda necessidade de silêncio; uma diminuição da extensão dos hábitos alimentares; uma necessidade de ordem, exactidão e disciplina na vida externa; e, sobretudo, - uma das coisas que marca a substituição do anjo da guarda pelo serafim - é que tu tornas-te cada vez mais incapaz de ferir.




Uma das indicações neste momento é para as pessoas, dentro do possível, evitarem o contacto excessivo com os mass média, especialmente a televisão. A televisão não é uma imagem contínua como é o cinema, que repete o mecanismo do olho.

À medida que o campo vibratório é activado em torno de ti, tu começas a entrar em resposta ao coração de cristal da Terra e a energia que puxa a Terra para a nova dimensão, puxa-te a ti também, portanto, tu transformas-te numa micro estação de cumutação de electricidade, tu não tens que ficar à espera do resto da humanidade, cada ser é absolutamente livre de percorrer o caminho dentro da velocidade que lhe corresponde.




Se tu és capaz de manter um estado de consciência supra civilizacional, supra tradicional, supra mental, supra emocional durante algum tempo, cuidado! Tu estás-te a tornar num centro de invocação de luz, num doador de vida. Se tu és capaz de ancorar isto, isto está a carregar as tuas baterias de uma energia vital pura e verdadeira que, de todo, não pede resposta.




Assim como nós estamos a fazer este trabalho aqui, existem centenas de núcleos no planeta inteiro que estão a fazer o mesmo trabalho e que estão a aprender a deixar-se sensibilizar pela Hierarquia. Temos aqui o macaquinho a aprender a lavar uma batata, depois existem N macaquinhos no planeta todo também a aprender e o que os Irmãos dizem é que ao fim de X macaquinhos, a Humanidade VÊ, dá-se uma rotura na rede de causa e efeito psíquica oculta para fora e a luz irrompe através do véu.




É necessário que com a minha mão direita eu esteja realmente a fazer o trabalho crístico, eu tenha a solenidade de um mestre e a consciência de serviço de um santo, tu és tudo isto e é necessário que com a minha mão esquerda eu me ria de tudo isto, mas ria com sabedoria sabendo que tudo o que tu fazes só fazes porque existem feixes de consciência divina que estão a atravessar-te.




Existem partes de nós que já foram trabalhadas em vidas anteriores que reconhecem instantaneamente a vibração cósmica. Aspectos do emocional, do mental, do vital, do físico, da intuição e temos outras parte em que as vidas anteriores não foram suficientes para que a grande roda que te vai fazendo passar de vida em vida, ainda não chegou àquele ponto, há imaturidade naquela zona. Quando se fala do Divino está-se a falar de expor qualquer ponto da circunferência ao calor da eternidade, daí que o abrir as asas não tem importância se são pérolas ou se está cheia de alcatrão, tu estás-te a abrir ao Divino, Ele trata da questão.




Cada ser que optou por uma evolução consciente aumenta o poder de deflagração do coração de cristal, de activação do kundalini da Terra e portanto a capacidade dessa outra onda de organização material transpirar e alterar as leis da matéria.

Trabalho: Visualizar uma imensa estrela branca por baixo dos teus pés e outra estrela branca acima da cabeça e duas estrelas ligeiramente mais pequenas sobre a palma de cada uma das mãos. A estrela acima da cabeça significa a acção Divina para a radical transformação do planeta. A estrela abaixo dos pés significa o despertar do Divino na substância terrestre. As estrelas sobre as mãos significam à esquerda, o potencial de luz de toda a tua evolução no tempo e no espaço, à direita implica o teu próprio ser. O trabalho aqui consiste em atrair a estrela debaixo dos pés e a estrela por cima da cabeça até ao centro do teu ser e unir as estrelas à esquerda e à direita numa terceira estrela no centro do teu ser.





11/12/99



À medida que um indivíduo é tocado por fogos que animam, nutrem e sustentam a criação, cada vez mais altos, mais internos, ele começa a perder o interesse por situações onde predomina a vibração individual, de isolamento de um ser em si mesmo, começa a interessar-se e a só responder por situações que representam conjunturas mais amplas, por cenários que incluem a humanidade inteira. O nosso contacto gradual com os centros intraterrenos do planeta, é uma das traduções da transição de uma polarização no indivíduo, para a polarização na massa humana, buscando encontrar as portas que verdadeiramente lhe correspondem.




Os centros intraterrenos representam para nós tarefas planetárias. Assim como cada indivíduo tem uma tarefa individual, pertence a uma linhagem ígnea, à medida que se vão superando espelhos interiores, que aprendes a substituir a velha identidade por uma identidade mais profunda, vais descobrindo outro ser dentro de ti, digamos, um enigmático estranho/familiar.




É na proporção que eu descubro uma outra presença dentro de mim e que aprendo a dilatar-me e a receber essa presença, que eu tenho um sinal de que estou a passar do âmbito individual para o âmbito planetário. Além disto, existe um fogo puro que é uma linhagem no que diz respeito à tarefa.




As sete linhagens reveladas são exactamente a tua tarefa cósmica que não deve nunca ser confundida com a actividade exterior do indivíduo. CURADORES, ESPELHOS, GUARDIÕES OU GUERREIROS, SÁBIOS OU INSTRUTORES, CONTEMPLATIVOS, GOVERNANTES, SACERDOTES.




Cada uma delas é um tipo de relação do Divino com a evolução. A tua tarefa é a forma como o Divino escolheu exprimir-se através de ti. Em níveis muito altos de consciência ninguém pertence a nenhuma linhagem, isto é, os avatares não têm linhagem, mas estes seres que somos nós, encarnados, exprimimos uma destas sete qualidades e à medida que despertamos, e pelo poder do amor em ti, tu vais transitando de estação em estação interior, até reconheceres o próprio condutor da locomotiva, a tua linhagem é-te revelada. E aqui há surpresas porque tu podes ter um ser que é médico e vens a perceber que a sua linhagem é um espelho ou sacerdote, e podes ter um sacerdote e descobre-se que é um guerreiro ou um governante. Estas linhagens são a concentração máxima do teu fogo, da tua identidade e do teu poder de acção cósmica divinamente orientados aqui.




No 6º nível do teu ser - nível da centelha divina - tu não precisas de santuário nenhum porque tu és fogo cósmico concentrado. Quando se fala em santuário fala-se de uma lógica que implica uma chama que desce e o ambiente em torno dessa chama que protege, dignifica e irradia para o exterior a energia dessa chama, portanto, já não é esse plano monádico superior, é algo mais próximo da consciência.




Os centros são:




IBES - na serra do Roncador, no Brasil, ligado ao 7º e ao 1º Raio e cuja tarefa é a sacralização completa da matéria física. Lida com plasmagem.




AURORA - no Uruguai, ligado ao 6º Raio, e que é a grande central de cura neste momento na Terra, encarregado de activar a radioactividade benigna oculta no éter do planeta. A tarefa é a cura total do emocional colectivo. Lida com cura.




ANUTEA - situado no mar do Japão com prolongamentos na Hawai, cuja tarefa é a síntese da lógica e da intuição. É o centro que está a operar a nova mente para o novo Homem, regido pelo 5º Raio. Lida com síntese.




LIZ - na região de Fátima em Portugal, é o centro responsável pela reunião das forças humanas físicas, emocionais e mentais em torno de uma mesma vibração superior. Enquanto Ibes lida com o físico, Aurora com o emocional e Anutea com o mental, Liz lida com o causal, búdico ou intuitivo e a tarefa consiste em consagrar a personalidade humana alinhada ao Cosmos. Está ligado ao 4º Raio. Lida com consagração.




HERKS -na Argentina, um centro que lida com o 5º nível - especificamente espiritual - está ligado ao 3º Raio e à tecitura do corpo de luz nos níveis internos do ser, e da Mercaba - veículo interdimensional em torno do corpo humano. Lida com o resgate. Lida com iniciação.




MIRNA JADE - no centro do Brasil, está ligado ao 2º Raio, ao amor e focaliza o plano monádico dos seres humanos e portanto, o estímulo da tua própria centelha oculta. Estimula a expansão do fogo dentro de nós. Está directamente ligado ao 2º Raio e ao plano das mónadas. Lida com fogo interno.




MITS TLI TLAN - na Amazónia peruana com um prolongamento no Lago Titicaca, lida com níveis supra monádicos no homem e tem como tarefa a total divinização, já não da matéria, nem do emocional, nem do mental, mas da esfera hermética dentro da qual a Terra evolui como um todo. É iniciador não só da humanidade mas do planeta inteiro. Lida com dissolução.




A vibração profunda interna de IBES é idêntica à de Mitz Tli Tlan. Ibes contém as chaves da aglutinação e dispersão da matéria e tem o puder de plasmar e dissolver formas físicas como se observa com Saint Germain.




MITZ TLI TAN lida com a dissolução da mónada no próprio divino e é o centro responsável pela dissolução da humanidade no seio do próprio Logos.




Quando se fala na construção de um santuário interior, estamos começando a relacionar-nos com as energias de Liz, Herks e Mirna Jade.

LIZ fornece a atracção, o sorriso e o amor do circuito da Mãe, uma energia capaz de, pela sua doçura, pelo seu calor, pelo seu acalento, pela sua compreensão do homem, fornece um rosto especificamente humano à evolução neste planeta.




A construção de um santuário dentro de ti é feita em três fases: a consagração do ser; a construção do corpo de luz e o contacto com o fogo tal como é estimulado por Mirna Jade.




A aura humana fere os anjos. O pensamento humano é idêntico a um ruído ensurdecedor para a hierarquia angélica. As boas intenções humanas são uma fonte de confusão total do ponto de vista de um anjo. A hierarquia angélica tem o seu principal ancoradouro neste planeta no centro de Liz, não no centro intraterreno de Liz, mas na faixa vibratória que corresponde à energia de Liz. Se eu pensar que de uma maneira geral, a aura e a vibração humanas são agressivas e corrosivas para um anjo, eu percebo porque é que tão poucas vezes os anjos geralmente estão presentes. É extremamente difícil para um anjo aproximar-se de um ser humano não consagrado. Esse trabalho é feito indirectamente através da hierarquia dévica. Os anjos passam energia aos homens, de uma maneira geral, através dos devas (de seres ligados à evolução dos reinos da Terra). A consagração do teu ser e os passos internos que a isso conduzem, são uma condição básica para que tu possas servir e auto revelar a tua linhagem. Quando eu compreendo que é possível eu consagrar as minhas forças, as minhas energias, o meu pensamento, a minha concentração, a minha vida, a uma energia cósmica superior, eu começo a aproximar-me, finalmente, da aura, do campo atractor de Liz/Fátima. Abaixo da vontade de consagração, de uma entrega, de uma total fusão ao potencial profundo do teu ser, do ponto de vista da obra que os irmãos estão a fazer na Terra, abaixo disso, tudo é comércio. Fátima está crivada de interesses comerciais, mas tu também! De uma forma consciente ou semi consciente, nós estamos querendo chegar a um acordo tácito com as energias cósmicas. Este ponto é superado pelos votos internos, por uma atitude irreprimível.




A consagração de um ser precisa de acontecer a partir da fronteira em que não consagrares-te é igual a não respirar. A partir de um certo momento, se eu vivo fora da esteira que conduz à consagração, eu não me suporto a mim próprio. A consagração de um ser é uma síntese existencial, é o resultado de uma profunda maturidade psíquica, afectiva, emocional, mental.




À medida que eu cresço e amadureço psicologicamente, emocionalmente, afectivamente, intelectualmente, eu começo a não conseguir permanecer à superfície. O acto de consagrar-se à vida espiritual é feito num nível muito secreto do ser, daí nós falar-mos em votos. As coisas que promovem deslocamentos de força muito fortes em ti e transformações estruturais muito profundas, não estão à vista para ninguém ver. A coisa acontece num nível muito interno. Estes votos são essenciais para tu entrares em contacto com o primeiro portal de LIZ, senão continuamos a fazer turismo em Fátima. É preciso ter uma clareza microscópica dessas insinceridades que se prendem no labirinto da nossa consciência e queimá-las por um voto ardente de união com o Divino.

Este voto que equivale à chave mariana de contacto com LIZ: “seja feita a tua vontade”, precisa de começar a sair da consciência. Depois deste voto eu entro nesse sistema de tracção automática que me leva gradualmente ao contacto com as portas mais internas de Liz.




O cálice é o que tu podes oferecer ao Divino, ele é a base do santuário interior, a concavidade de chegada do Divino. Isso está a ser trabalhado em todos nós de uma forma mais lenta ou mais rápida. Liz, como centro de inspiração para todo o planeta, chama os homens à construção desse cálice.




Para eu fazer contacto com Liz/Fátima preciso ter os votos internos completamente firmes em mim. O fortalecimento desta atitude gera um cálice que se vai fortalecendo a cada dia. A tarefa de Liz é produzir seres humanos em condição de cálice.




A tarefa de Mirna Jad, nos planos internos do Brasil, é fazer descer ao cálice, o fogo. A tarefa de Herkz, na Argentina, é de realizar a passagem do fogo puro - que está lá da 6ª dimensão do teu ser - para o cálice puro na 4ª dimensão.




Cada vez que uma oração de um ser humano é vibrada com uma autêntica sinceridade na ascensão, a vibração produzida por essa oração é instantaneamente atraída pelo circuito de gravidade paradisíaca, isto é, quando tu oras, há um varrimento universal que só detecta sinceridade e amor. Esse varrimento é um circuito de gravidade espiritual centrado nas realidades centrais, paradisíacas, apanha essa oração e leva ao Divino. Ao entrar no Divino produz uma reacção, por isso uma oração é sempre uma invocação que produz uma evocação. Há um provérbio árabe que diz que quando tu dás um passo para o Divido, o Divino dá dez para ti, quando dás dez passos, o Divino começa a correr para ti, quando tu corres para o Divino, o Divino já está em ti.




Erks é responsável pelo facto de que certas orações e certos circuitos de invocação e resposta não mais se dissolvem. É muito importante conseguirmos reter a função de Herkz, porque em nível interno ele realiza o corpo de luz, e a nível do éter em torno de ti, Herkz estimula a formação da Mercada - veículo interdimensional.




Erks é o responsável por, perante certos registos de subida da luz em ti para o Divino e de resposta dessa luz do Divino para ti, fixar aquilo, e nunca mais é dissolvido. Em linguagem hebraica, chamava-se a isso “a antiga aliança e a nova aliança”, com a vinda de Jesus fundou-se uma nova aliança, um novo modelo de conexão Homem/Divino, Céu/Terra, e isto ainda não foi desmontado, nem pouco mais ou menos, ainda mal começou a actuar. Cristo chamava a isso a “Nova Aliança”.




Quando é feito um voto a partir de um certo grau de intensidade, sinceridade e verdade interior, esse voto nunca mais é desactivado, mesmo que tu retrocedas o voto permanece puxando-te para cima. Herkz é o centro que fixa nos planos internos da Terra essa irreversibilidade. A partir de um certo grau deste “tricot” forma-se uma tela, um tecido onde antes havia um espaço. A nossa alma está constantemente a gerir uma personalidade em evolução e uma perfeição interior estática e absoluta. A alma é essencialmente um gestor entre o absoluto e o relativo, não é fácil gerir um absoluto central com um relativo periférico, porque este está sempre em busca da próxima coisa estranha para ele experimentar e o absoluto central está acima disso tudo dizendo: “quando é que ele percebe quem eu sou?” e a alma tem de fazer a diplomacia entre esta espécie de ditador perfeito que é a nossa mónada - regida pelo 1º Raio -, que tem um objectivo e um desígnio cósmico, tem mónadas na Terra que já têm mónadas ligadas a elas em Andrómeda e só não estão ali à espera porque estão fora do tempo, mas existem potenciais ígneos que não vêm ao de cima em conjunturas monádicas, enquanto as outras mónadas que estão aqui prisioneiras na Terra não se libertam. Tens irmãos teus no espaço, muito para além da Via Láctea, que te dizem respeito directamente e eles não podem seguir viagem para o Divino porque mónadas desse conjunto ainda estão prisioneiras na Terra, e a partir de um certo momento a situação aquece e elas começam a mexer completamente na situação e tornam-se no que elas são, soberanas. Saltam os casamentos, as fortunas, aparecem os cancros, tudo ao mesmo tempo, que é para ver se um indivíduo acorda. Isto é complicado para a alma porque ela tem que ir lá acima à mónada dizer: “mónada,… eu já venho” e vai lá abaixo à personalidade dizer: ”não é assim, mais de vagar ….” e a alma vai novamente lá acima à mónada e anda neste processo a tentar ligar uma entidade evolutiva, que é a nossa personalidade, com uma entidade estática dentro de ti.




O que é que acontece quando o corpo de luz começa a ganhar consistência? A alma acima da personalidade começa a ter cabelos de luz fixos na mónada - fibras ópticas - e a centelha divina, o fogo, começa a ter condutos não intermitentes sobre a alma, isto é, a tua alma começa a ter muito menos autorização para se demorar no plano da inspiração da personalidade, ela começa definitivamente a virar-se para a mónada. A tua alma está a descobrir a divindade interna, ela já não está a focalizar o ser externo, já não é mais meta, ela começa a focalizar para onde ela vai, com quem vai, que tipo de veículo ela vai utilizar. A partir do momento em que Herkz começa a trabalhar em ti, os condutos de ligação alma/mónada estabilizam, deixam de ser intermitentes e passam a ser cabos tensos entre a alma e a mónada, constantemente.





Ela vai ser muito mais forte na sua acção sobre a personalidade. A alma começa a operação de resgate. Por isso se disse que Herkz trabalha com a energia do resgate e portanto com a energia das iniciações.




O que é que significa uma alma em contacto com a mónada, estável? Significa uma alma que está constantemente a passar a vibração da unidade para a personalidade, uma alma que está educando o ser na grande escola do inofensividade total, uma alma que está afastando todos os néctares possíveis para colocar o único vinho, uma alma que deixou de brincar.




A partir de certos votos é criada uma tensão de luz tão forte entre a alma e a mónada, que a coisa não volta mais para trás e a partir de um certo grau, essa tensão luminosa transforma-se num corredor de evacuação, simplesmente a alma começa a subir e a descer livremente do 4º para o 5 nível, é nesse momento que tu percebes que a tua alma já deu o passo.




Então o que é que é um cancro, uma leucemia, um coma de 40 dias? O que é que é tu olhares para o ser com quem viveste quarenta anos e ficares espantada porque não sabes quem é aquela pessoa?




Quando a alma deu o passo que conduz à consagração ela criou o cálice, nos planos profundos o cálice está feito. Tu passas da regência de Liz/Fátima, de um centro que te inspira para o sagrado e que busca definir essa pedra de fundação da consagração em ti, para a regência de Mirna Jade. Neste processo Herkz constrói o tecido luminoso que não pode mais ser destruído.




Quando um ser se aproxima das portas de Mirna Jade, a alma já está em profunda alegria e passaram centenas, milhares de encarnações até que tu te possas aproximar das portar de um centro como Mirna Jade. Quantos filhos tu tiveste? Quantas guerras eu lutei? Quantos encontros e desencontros? Quantas folhas do livro da vida deitadas para o fogo? Quanta torre de Babel até que eu possa chegar a esta condição! Porque do ponto de vista da alma isto corresponde à síntese de toda a existência no planeta. Quantas vezes é que um ser bate às portas de Mirna Jade? Uma vez.




Tu podes bater às portas de Liz/Fátima dezenas de vezes porque é o centro que vai construir o cálice. Uma vez construído o cálice e depois de se ter dado a rotação sagrada da alma, de uma polarização na vida externa para uma entrega cada vez mais profunda à chama central do próprio ser - a consagração - isto não tem retorno. A alma ou está virada para fora, recebendo instrução a partir dos cinco sentidos, ou está virada para dentro, ou está em crise, porque tudo o que for a partir dos cinco sentidos já não lhe diz muita coisa. Eu preciso de estar a ter a experiência fantásticas com os meus cinco sentidos e dizer para mim próprio: “não é isto”. Eu preciso de entrar num total, num profundo, radical e inteligente desencanto com a realidade exterior. Quando eu chegar ao ponto em que a satisfação dos meus desejos aumenta o meu desespero, eu estou no ponto, eu entro na escola cósmica, até então eu estava na escola humana. Escola humana é satisfação de desejo.





Escola cósmica é: com ou sem satisfação de desejo tu estás insatisfeito, isto é o ponto. Até que tu dizes. “Espera, isto está a começar a ficar muito perigoso!” Pudera! Tu começaste a ter desejo de Deus.

Não existe passagem para os reinos internos nem superiores sem o desencanto com os níveis externos. Tu começas a ficar desapegado da vida exterior em todos os aspectos.




Quando a alma passou pelo processo de consagração e quando se deram os votos que não têm mais retorno, tudo o que é válido não é válido. Num processo cósmico, a partir de um certo nível o válido deixa de ser válido, tu começas a oscilar entre o óptimo e o sublime e o óptimo começa-te a agoniar. Quando estás neste processo tu ganhas asas (que são o 5º plano e o corpo de luz). Neste ponto, quando a alma já fez o movimento mas a personalidade foi-se desfasando, a partir de um certo grau de afastamento entre os votos internos que a alma já produziu, inclusive no consciente em vidas anteriores, e o que o ser está a viver agora, nesse ponto, a partir de um certo grau de afastamento, surge um cancro.




Uma célula é uma vidinha e nós somos compostos por milhões dessas vidinhas. As nossas células são seres inteligentes. O teu corpo é composto por uma população gigantesca de seres inteligentes. Tu tens mais células no teu corpo do que provavelmente o número de seres humanos na Terra.




As células precisam de estar banhadas por uma inteligência, por uma luz, por uma vontade/luz/direcção, elas precisam de sentir que estão trabalhando para um fim e para uma entidade e uma consciência coesa. Da mesma forma que a humanidade precisa de ter líderes, ideais, mestres religiosos, vértices, porque é em função desses vértices que ela se vai sentindo coesa e magneticamente atraída para além dela mesmo, e aqui entra uma chave esotérica, estagnação igual a morte. Quando um ser estagna, ele desfaz-se do movimento da vida.




Todos os seres vivos têm matricialmente nos seus níveis mais profundos um mandato. Esse mandato, desde os elefantes aos golfinhos, à célula, ao teu corpo, é “supera-te a ti próprio”, não há nenhum mandato inscrito nos suportes biológicos da vida que diga: “vai ficando por aí que eu já volto” o que o Divino diz é: “supera-te a ti mesmo”, “salta a barreira”, “vence o desafio”, o que significa que todos os suportes de vida tendem para o Cosmos, têm uma tendência para níveis cada vez mais perfeitos de expressão, significa que nenhuma forma viva está satisfeita consigo mesma.




Toda a vida busca cumprir o mandato que é: aperfeiçoa-te, supera-te, conquista além, acima, corre o risco.




Enquanto a alma de um ser está virada para os níveis externos, ela produz um circuito de alimentação das células específico, esse circuito é compatível com a consciência daquele ser. Vocês têm uma célula que precisa de nutrientes físicos que chegam através dos canais linfáticos, que precisa de oxigénio, oxigenohemoglobina e de outras coisas. Só que esta célula tem uma contraparte etérica que precisa de magnetismo correcto, digamos, aquilo que é a verdade nutritiva é também, no outro plano, uma verdade magnética e luminosa etérica e, num nível mais interno ainda, aquela célula precisa de estar holograficamente em ressonância com o habitante espiritual, isto é, o teu corpo precisa de sentir a vibração do espírito para se manter coeso. Se o corpo se sente desabitado do espírito, é como se ele tivesse recebido uma ordem que é:”eu já me fui embora, podes começar a dissolver-te”.




Quando a mónada e a alma se retiram do corpo, o corpo recebe um solene puxão e uma desactivação.




Quando o espírito está presente, acontecem coisas que ninguém sabe explicar, como por exemplo, porque é que o coração bate. Sabe-se que é um músculo que tem uma vida autónoma, que é um órgão que tem espasmos eléctricos, a partir do momento que passa a funcionar, não há nenhum momento clínico que defina exactamente porque é que o coração bate. Sabe-se o que o acelera e desacelera, o que o excita e o que o atenua mas exactamente o que é que transmite aquela força vital não se sabe.

Nos planos internos o coração está directamente ligado à mónada. A mónada tem o seu principal indutor na região do coração donde ela bombeia vida para o corpo.




Enquanto o ser está em determinado estado de consciência, há um circuito de inspiração celular. A partir do momento em que a alma fez uma rotação na direcção da mónada começa a pedir ao eu consciente que comece a alterar o comportamento e que mude o estado do ser de um nível para outro, e é dado um tempo para isso. Se a partir desse prazo não acontece a transformação do eu consciente, tu tens uma alma virada para os planos internos e tens um eu consciente virado para as coisas externas, este ser está em profundo sofrimento sem ter consciência disso.




A partir de um certo momento de descompasso, a alma recusa-se a alimentar a vida da personalidade e o afastamento entre a personalidade e o eu consciente começa a gerar uma fricção. Essa fricção tenta exprimir-se através do mental superior, depois através da mente, depois através do emocional, e quando essa fricção é tão forte, o chamamento interno é tão alto, a missão que aquele ser tem é tão especificamente na direcção do espírito, a mensagem chega ao corpo físico, as células foram desertadas a uma zona do corpo, foi desertado da vibração da alma que o magnetismo da alma não está lá mais, a energia da vida não está ali mais presente e as células deixam de ter mestre.




Um cancro é um conjunto de células que se torna pirata. Passa a ter um funcionamento que não é o previsto pelo ADN. Passa a manter um funcionamento esquizóide, constrói a sua própria organização celular dentro de uma organização celular que prevê que aquilo seja um corpo humano.




Isto é um aviso do ser interno dizendo: “se tu continuas nessa direcção, a minha energia não está mais disponível para alimentar a vida”. Por isso é que, geralmente, quando os seres que estão perante uma situação dessas reencontram o seu fio de luz, e se é uma situação de afastamento entre a alma e a personalidade, é porque há uma espécie de incomunicação mais profunda, então é necessário um abalo muito mais forte. E a maior parte dos seres humanos só sofre abalos fortes, quando eles são mesmo muito fortes. Aí as pessoas mudam imediatamente. Isto é o que significa por exemplo um cancro. Aquilo que alimentava a vida foi-se retirando e começa a surgir uma espécie de organização autónoma das células.




O que é que é Aurora? É exactamente o oposto de um cancro. Este centro interno contém o bálsamo capaz de trazer os veículos todos: as emoções, o pensamento e as células à sua vibração original. Se nós compararmos o nosso corpo emocional com um violino (bem próximo), ele pode estar afinado ou desafinado. Aurora fornece o diapasão cósmico para a afinação do violino emocional, para a regulação da tua vida emocional e de sentimentos superiores perante o teu ser interno. Quando o emocional e o mental reencontram a voz interior, e a melhor forma do mental reencontrar a voz interior é ficar quieto, calar-se e deixar que o outro grande Ser no centro brilhe sobre a confusão mental, quando isso acontece, dá-se a eliminação de toda a velharia que tu trazes na mente, porque do ponto de vista cósmico, a nossa mente é um museu, tudo o que tu pensas já é passado, especialmente quando estamos a pensar coisas acerca de outras pessoas, é uma ilusão total.




Com as emoções é a mesma coisa, só que é mais um museu de máscaras de cera e do ponto de vista cósmico, quase todas as nossas emoções são tentativas de aprisionar a vida. É uma tentativa de repetir a experiência que foi positiva do ponto de vista emocional e afectivo. O ser interno passa-te uma experiência emocional válida como escola para a próxima experiência, mas se eu fiquei apegado à primeira experiência emocional válida, eu posso nunca conseguir ter espaço, generosidade e abertura afectiva para a próxima experiência que é menos fechada que a anterior. Se tu ficas fechado numa experiência emocional válida, parou! Se eu não renuncio amorosamente a um nível da experiência emocional, os meus condutos de vida não podem receber a próxima experiência da generosidade do Universo.




A cura do corpo emocional que é estimulado por Aurora, implica que eu seja capaz de viver uma experiência, sentir tudo o que aquela experiência me dá e ao mesmo tempo já estar com a porta aberta para que aquela experiência possa ir andando, porque já vem outra a seguir na qual esta experiência era só uma preparação.




Em certos momentos o meu veículo emocional chora, existem lágrimas em mim, essas lágrimas são expressão de sentimentos. O que acontece nesses momentos, é que durante metade das lágrimas eu permito-me viver aquelas lágrimas como um ser humano, chorar e sentir completamente a textura da tristeza e viver aquilo de uma forma não reprimida, portanto, tu choras abundantemente. A partir de certo momento, muda, e eu passo tranquilamente e automaticamente a olhar para o meu corpo emocional a chorar e deixo que as lágrimas caiam, até que as lágrimas desaparecem.




O que é que aconteceu? O meu emocional, do ponto de vista humano, não foi reprimido, porque eu chorei como um ser humano, mas isto tem uma gradação: primeiro tu choras espontaneamente e sentes os sentimentos que estão implicados ali, como um ser humano, e a partir do meio da experiência, segues o teu ser interno, ele puxa-te para o seu regaço, leva-te para um nível um pouco mais alto de consciência, e mostra-te: “olha, aquilo é o corpo emocional em lágrimas”. Então, tu podes chorar profundamente e sorrir, e esta complexidade é a riqueza do processo de um discípulo, porque ele não se reprimiu no nível humano, mas ao mesmo tempo não está identificado com ele . Ele vive as duas coisas em simultâneo. Aurora ensina esta reflexibilidade, esta liberdade, este movimento e ao mesmo tempo que permite que tudo o que está guardado venha ao de cima, em tempo real, à media que vem ao de cima, Aurora leva-te de estares polarizado no emocional para estares a olhar e até eventualmente a amar a tua vida emocional, mas já não estás nela.




Muitos seres estão a experimentar nos seus veículos o resultado destes desfazamentos de energia, ou seja, o ser interno fez um movimento que conduz ao casamento interior, mas o ser externo, por várias circunstâncias, não acompanhou o processo e nesta incomunicação, gera-se o potencial para surgirem neuroses, depressões, degeneração do tecido celular, sentido de desorientação, etc.. Se um ser não está a viver o processo interno, ele vai-se sentir completamente desorientado nos próximos tempos, porque neste momento nós vivemos numa realidade em estado de fluxo. Antigamente a realidade era estável, hoje a fronteira entre as coisas está a liquefazer-se e há como que uma mesma corrente electrica que está a atravessar tudo e a pedir que tudo aprenda a mudar de nível, a erguer-se. Se eu não me deixo levar por este fluxo, começo a entrar em desfazamento. O meu ser interno está a ir para níveis cada vez mais profundos e a minha forma exterior, os meus corpos, o meu comportamento, o meu livre arbítrio, o meu controle sobre os outros, permanece.




Quando um ser humano termina a etapa que conduz aos votos, quando esses votos são vibrados nos planos internos do ser com uma intensidade suficiente para começar a estabilização do corpo de luz, esse ser entrou numa etapa em que sofre um contínuo impacto monádico. O eterno em ti acordou e está activo.




A tarefa de Liz, que é um centro que tem uma acção sobre todo o planeta, é produzir, inspirar e realizar esta translação da alma focalizada no exterior, para uma alma completamente virada para a mónada. A partir do momento em que esta rotação se dá, “Liz entrega os seus filhos a Mirna Jad”. Em Mirna Jad tu és acolhido pelos seres que vão construir contigo um templo interno. Nesta transição de Liz para Mirna Jad, é feita a substituição do anjo da guarda por um serafim. O ser encarregado de te proteger vibratoriamente e à tua alma, enquanto não estávamos num processo mais ligado à evolução psicológica, é liberto dessa tarefa para assumir outras, e há um serafim (que são anjos muito mais evoluídos) que passa a acompanhar-te constantemente. É este serafim juntamente com a tua hierarquia (mestre interno que guia a tua mónada), que vão construir o templo interior. Isto é um processo lindíssimo! A alma fornece o substrato de adoração, a personalidade e o eu consciente aprenderam a ficar quietos, e, portanto, aprenderam a condição sagrada, passiva, do “seja feita a tua vontade”, podem tornar-se instrumentos da mónada.




A rainha Santa Isabel está ligada a Liz, Teresa d’Ávila está ligada a Mirna Jade. Na chegada a Mirna Jade tu começas a receber a vibração da mónada constantemente sobre ti. Ao mesmo tempo que tens consciência do tempo que passa, tu tens a experiência da eternidade agora.





Tu sentes dois tempos ao mesmo tempo. Começas a sentir que a ilusão do tempo, da personalidade, da própria alma começam a ceder.




A construção dum santuário interior implica: Liz estabilizando o cálice, trata-se de uma energia feminina, delicada, que, na maior doçura, te convida à consagração; Herkz transforma em cabos de luz os votos internos; Mirna Jade rompe o véu que separa a alma da mónada e apresenta-te o teu deus oculto.




Quando a vibração da mónada começa a descer sobre a alma, e a alma a subir para a centelha, para a chama, e quando isso gera a Paz Profunda, tu és um santuário.





18/12/99



O éter à nossa volta pode fixar, responder, ser excitado, ser activado em pelo menos, 7 níveis diferentes. Ele acumula, guarda, multiplica e transporta o teu pensamento, a tua matriz de realidade ou a tua relação com o teu centro mais profundo, significa que tu és uma unidade de lucidez que desliza numa memória Invisível. O éter é exactamente o cristal do ser espelho. Viver é criar. O simples facto de tu dares porque algo está a acontecer, já é uma interferência nesse acontecimento. Se existem muitos seres com a mesma visão da realidade, por exemplo, seres para quem o mundo é apenas e exclusivamente organizações complexas de hidrogénio, isso fecha o campo colectivo à entrada de vibrações mais altas, e portanto, programa o éter numa zona. Quando estamos envolvidos nas vastas escolas da magia branca, utilizamos suportes catalisadores e baterias de energia num mundo objectivo e quanto mais necessitamos desses acessórios objectivos, mais estamos no reino progressivamente inválido da magia branca.




Um cristal é uma organização de moléculas capaz de reter informação, de fixar uma intenção, multiplicá-la e deflagrá-la no meio ambiente, ou seja, os cristais são os super computadores da Atlântida e em geral, dos actuais magos brancos.




O ser espelho redescobre a tecnologia do cristal no éter à sua volta e activa em si a capacidade de reorganizar, reinformar e acender essa imensa bateria de acumulação e transporte de vibração, luz e intenções que é o éter. Tudo isto é inteligente. Não existe um átomo que transporte fotões que não seja sensível à motivação mais secreta do teu ser. Não existe éter que não retenha a vibração do que acontece, principalmente a motivação profunda além do próprio consciente.




Assim como esta visão da realidade é fixável, todas as outras 7 até ao Divino podem ser trazidas para dentro deste aquário tridimensional. O éter não está numa dimensão cósmica superior, todas as dimensões têm o seu tipo de éter, mas este a que nos referimos, está imediatamente acima do físico.




Quando na alegoria da Bíblia se diz que o homem é que dá nome às coisas do mundo, significa que o homem é aquele que transporta o verbo nestes níveis. Tu és o acumulador e o retransmissor do verbo nesta dimensão. Tu dás, entre outras coisas, aos reinos inferiores, aos irmãos menores, ao físico, mineral, vegetal, animal e aos planos subtis, passagem ou obstrução para que esses reinos e as forças elementais que estão associadas a eles possam atravessar a lente da tua consciência, e subir. Tu és iniciador da natureza.

Quando o campo etérico à tua volta pede uma definição, podes fechar o circuito de regresso ao Pai em qualquer um dos 7 níveis. Podes dizer: tudo é material; tudo é psíquico; tudo é matemático; tudo é reflexão de realidades noutras realidades abaixo. E podes ir subindo até à sétima, em que tu dizes: “tudo é do Divino dobrando-se e desdobrando-se sobre si próprio”,

Quando um ser se permite polarizar num nível mais alto da sua consciência e estacionar aí, todo o ambiente à volta dele começa a ficar programado com a polarização da consciência dele e o campo etérico recebe nome a partir da tua polarização de consciência. O mantra oculto de um ser espelho é, justamente, oculto.




Um ser espelho completamente formado, geralmente, não utiliza mantras no plano objectivo porque é a polarização da consciência dele que serve de diapasão para que as hierarquias angélica, dévica e elementais da zona onde ele está, recolham a insígnia luminosa o circuito electrónico que corresponde à tarefa que tem de ser realizada nessa zona. A tua consciência inaugura e faz emergir à superfície da realidade um mapa, os seres que estão próximos de ti podem não conseguir ler esse mapa e o próprio ser espelho, porque como uma boa parte da formação de um ser espelho passa pelo regresso à inocência, pode não ter muita consciência do que é que está a ser reflectido nele, mas as hierarquias sabem muito bem o que tu estás a espelhar pelo simples facto de manteres a tua consciência polarizada no plano divino.




Uma consciência polarizada num plano é uma ampola de uma supra realidade nesta realidade, é um centro de diferencial de energia. Tudo o que acontece na realidade física, é a objectivação de uma longa, oculta, secreta, maturação invisível. Tudo existe hierarquicamente e em pirâmide.




Onde eu ponho a minha consciências eu levo a realidade a convexionar-se, e como um espelho líquido, ela é levada a atravessar o veio que eu criei com essa polarização e a tomar forma de acordo com a vibração que eu realizo com essa polarização, por isso se diz que tu és um co-criador.




Para que as células do tecido humano degenerem e se dê a emergência de uma doença, é necessário um conjunto de operações bastante complexa. É muito complicado fazer adoecer o corpo humano, para isso é preciso pôr energia, concentração, trabalho, tempo, etc.. A estrutura humana não existe para adoecer, a saúde é o caminho de menor resistência. Na saúde as células estão em contacto com o eu superior através do plano etérico, do campo magnético, da polarização da consciência dum ser, da energia que desce dessa polarização.




Quando surge a degeneração de um tecido, significa que algo falhou, as células começam a ter um défice de informação e de vibração, e como elas têm que suportar o impulso vida que vem do próprio facto de tu existires, têm que lidar com a energia de 3º Raio - de frixão - se elas não sabem o que fazer com essa energia, essa energia começa a virar-se contra a própria célula e esta perde contacto com o seu núcleo e dá-se uma degeneração celular - células piratas em busca de uma identidade.




Se a minha polarização de consciência é intermédia, quando tu estás frente a um ser que precisa passar por um processo de cura, e manténs essa polarização intermédia, o pedido de ajuda que corresponde ao estado físico, até que encontre o nível que pode transformar completamente aquele estado, precisa passar por um circuito muito mais longo, porque estás num plano intermédio. Agora, quando um ser se encontra focalizado, estável, na verdade mais alta que ele pode conceber, ele transforma-se num buraco branco que leva as leis, as forças, os elementos e o éter - porque as células cancerígenas estão no mesmo éter onde tu estás, só que estão no corpo da pessoa que está à tua frente, não há nenhuma descontinuidade no plano etérico. Nós temos esta ilusão de descontinuidade física, eu no meu corpo tu no teu, como uma ilha, isto é ilusão óptica porque no plano etérico há continuidade. A tua consciência pode gerar um campo de vibração que é exactamente a vibração que aquelas células precisam de absorver, e a passagem de energia dá-se por diferencial. Um ser que está polarizado num nível alto de consciência é, quer ele queira quer não, sugado por todos os seres que estão num nível abaixo da consciência dele - isto é uma lei e chama-se: “cordeiro de Deus que tira dos pecados do mundo”. Se estás polarizado num nível alto automaticamente tu és drenado por todos os seres que, em contacto contigo, estão num nível abaixo, o que não é grave porque a outra lei diz que quanto tu mais dás mais recebes, simplesmente, tu transformas-te num dínamo.




Um ser polarizado na mais alta verdade que ele poder conceber, é um agente secreto do futuro e da eternidade no passado. Se nos lembrarmos que os mundos ascendem, dirigem-se para, que nós estamos em progresso, o tempo é a dimensão que transforma o abaixo no que está mais acima e a dimensão que transporta para o alto. Quando um ser se polariza numa concepção do mundo mais alta, ele não está a dizer qua as realidades mais abaixo não existem, ele está a fornecer a essas sub realidades um caminho, uma meta e o ser espelho deixa de ser, gradualmente, um discurso, um conjunto de ideias para passar a ser um facto absoluto.




À medida que o ser espelho em formação avança, é tomado por películas de silêncio cada vez mais profundas até que chega àquilo a que os hindus chamam “o voto de silêncio involuntário” - o voto que vem dos níveis cósmicos do seu próprio ser - e se é um nível cósmico, é um voto de silêncio que inclui a palavra, ele fala, mas fala dentro do silêncio.




Um ser espelho em formação não utiliza nenhum acessório externo. Os que estão aqui e que têm a ver com o 6º Raio e com linhagens sacerdotais, proféticas ou de guardiões, quando se põem velas as pessoas reagem bem porque essas coisas fazem convergir um mínimo de vibração delas numa direcção, mas os seres espelho em formação não necessitam disso, eles transcendem em tempo real qualquer cristalização de energia, donde que, a aura do ser espelho é uma aura de fogo, ele torna-se gradualmente uma personalidade diamantina, no sentido em que nenhuma organização demasiado estável e rígida pode permanecer demasiado tempo na presença de um ser espelho, ele constantemente liberta a vida da forma.




Quando seres espelho estão presentes, a realidade naquela zona e as leis da 3ª dimensão são puxadas para cima para uma outra dimensão. E é por isso que a pessoa tinha um cancro e depois de estar na presença de um ser espelho, vai fazer uma radiografia e não tem mais, e não tem porque a consciência de um grupo espelho não está polarizada no conjunto de leis que alimenta aquele cancro, aquela depressão, aquela neurose, e contudo, pelo amor, - um ser espelho trabalha profundamente com o amor porque se não tiver o amor trabalhado, recebe, mas não consegue dar - pela vontade espiritualizada ele contacta o alto neste caso sob a forma de compaixão, ele abre-se à situação planetária.




Quando tu tens uma molécula de espelhos em formação ou já formada, sempre que há seres que vêm para passar por processos de cura, toda a aura que mantém aquela força doentia naqueles veículos, é dispersada. Basta um olhar, um encontro de sorrisos e toda a tua polarização de consciência passou para o outro completamente, isso significa que através do éter as células recebem uma verdade mais alta, porque se nós damos nome, estabelecemos princípios de realidade à nossa volta.




Os centros de concentração nazis eram estudados, fundados e estruturados para que os judeus deixassem de acreditar que eram seres humanos, como isso leva tempo, aquilo estava montado de maneira que em seis meses eles já não conseguiam contactar mais. Não o eu superior mas a sua própria humanidade. Isto é um trabalho negativo no éter.




Assim como “aqueles senhores” abriram um buraco para baixo obrigando um povo inteiro a aniquilar a sua própria consciência de humanidade e a sua dignidade como seres humanos, o grupo espelho faz exactamente o oposto, abre um buraco para cima onde uma outra concepção do ser desce, implanta-se como um facto sólido no meio ambiente de forma que, quando há um ambiente espelho formado, as pessoas vão-se aproximando e já recebem a ultra realidade que é cultivada naquele sítio e todas as descompensações nos chacras, na aura, os problemas mentais, começam a ser reordenados segundo essa realidade maior. Trata-se de uma acção oculta interna.




Por definição, um ser espelho é um ser que está a começar a se elevar para além da aura colectiva e das forças que condicionam a humanidade como um todo. Um ser espelho reflecte para dentro desta dimensão outra dimensão, ele trabalha com a antiga ciência da irradiação. O grau em que ele ama é o grau da sua potência.




Na formação de um ser espelho existem registos, memórias, mitos do inconsciente que serão desalojados progressivamente.




Existem 3 ímans que te mantêm em contacto com as forças colectivas, com a humanidade que precisa de cura e não contigo internamente como curador e como espelho. Estes 3 ímans situam-se, cada um deles nos três chacras inferiores.




Existem uma inverdade básica instalada no chacra da raiz, outra no segundo chacra, o da polaridade, e existe uma terceira instalada no terceiro chacra, o da sociabilização - plexo solar.




Está a ser feita na humanidade, em níveis muito internos, uma implantação vibratória e etérica que irá emergir à media que deixamos o nosso passado para trás. Neste momento estamos numa etapa de transição, o circuito de energia cósmico não está ainda completamente implantado, nem mesmo nos seres que correspondem à vibração da nova Terra e os 7 chacras que estão em desactivação irão gradualmente adormecer para que esses novos centros energéticos sejam inaugurados, porque na nova conjuntura energética o ser humano tem 3 chacras, obviamente que isto implica uma alteração do metabolismo e do código genético. Actualmente existem novas realidades, centros de energia que estão a ser implantados no ser e que correspondem, não mais à subida kundalínica mas à descida da mónada dentro da matéria. Shambala - subida do potencial da humanidade ao alto. Mitz Tli Tlan - descida da mónada dentro da consciência humana. É um processo complementar.




Do ponto de vista da estrutura do planeta Terra, considera-se que o trabalho de Shambala foi feito dentro do possível, e que a resposta da humanidade foi feita dentro do possível. Eles estão a reverter o processo e já não é mais a subida da energia cósmica ao longo da tua antena, agora a Mãe divina desce e toma conta dos veículos da personalidade. Há uma diferença de método e de atitude e o trabalho é muito mais rápido e intenso, contudo, estes chacras do antigo sistema ainda processam energia e têm raízes na ancestralidade e condicionam profundamente o nosso pensamento, emoções e consciência de vigília.




Estes ímans têm uma vibração central e básica e pela sua universalidade, porque correspondem a estados de inverdade universais, colocam-te instantaneamente em contacto com toda a humanidade, é aquilo que temos de mais comum no centro do nosso ser e é aquilo que te põe mais fortemente em contacto com forças irracionais que não correspondem ao plano evolutivo, que não sabem, não vêem e não compreendem.




O íman alojado no 1º chacra chama-se medo. Existe aí uma pedra negra vulcânica que acumula todas as memórias onde o homem acreditou que existe aniquilação. Nesse nível existem registos profundos dessas camadas vibratórias onde estão acumuladas memórias da humanidade inteira - registos colectivos e significam para nós os pontos onde ainda não foi feita uma completa individuação, onde o ser se mantém semi grupal no mau sentido do termo, ou seja, gregário.




O medo é uma fé que o nosso consciente tem na morte, isto funciona como um super condicionador do comportamento. Este registo sub consciente do medo está lá como um íman e sempre que eu me deixo arrastar conscientemente para essa zona, eu sou despersonalizado num certo grau e eu perco o contacto com os níveis superiores do meu ser.




O medo é uma inverdade instalado no chacra da raíz e é o 1º íman que nos liga às forças colectivas e portanto, que impede a ancoragem e a saturação do teu ser com a energia da alma.




O 2º íman que descende do 1º e se situa ao nível do 2º chacra é a posse, o mito alucinante de que eu possuo alguma coisa. Assim como o registo do chacra da raíz é “eu posso ser aniquilado”, o registo do 2º chacra é “sem aquilo eu não estou completo”.




O 3º íman, no plexo solar, está ligado à missão “eu quero ser”, “eu quero vir a ser”. A alucinação do 3º íman é que tu vais conquistar territórios uns atrás dos outros, até que finalmente te tornas o rei.

O medo afirma que tu podes ser aniquilado.

O 2º íman diz que se não possuires aquilo estás incompleto.

O 3º nível diz que o que tu és agora, não é, tens que vir a ser, e aí iniciam-se os grandes épicos de conquista.




O trabalho de purificação que está em acto implica uma ligação consciente a três afirmações do Universo ao Homem e que são, exactamente, o oposto destes três registos. Ter fé é trazer para o acto a consciência destas três chaves superiores e a chave superior que anula a vibração do chacra da raíz está na chacra da coroa. A chave que anula a vibração do íman do 2º nível está no chacra que vê para além do tempo - ajna. A chave superior que anula a vibração do 3º nível, situa-se entre esse chacra que vê para além do tempo e níveis de vibração-luz ligadas ao chacra da laringe.




O registo, o mantra, a afirmação do chacra da coroa é: “eu sou a vida”, então, tu não podes ser aniquilado porque tu és a vida. O chacra de base diz: “eu posso ser aniquilado” isto justifica o medo. O chacra da coroa diz: “tu não podes ser aniquilado porque tu nunca nasceste, tu és a própria vida”. Eu não estou nem deixo de estar vivo, EU SOU A VIDA. Isto necessita de se transformar num facto que combate e expulsa todo o medo. Quando tenho a consciência de que eu sou a vida, o diamante superior começa a descer até se instalar no primeiro chacra expulsando de lá a pedra vulcânica, transmutando-a de preferência num diamante.




A experiência de Samady consiste no facto de a única vida que preenche o teu ser preenche todas as outras vidas, de forma que tu não te vês aqui existindo neste veículo mas vês-te a ti próprio falando contigo mesmo através de qualquer circuito. A experiência de Samady é tu chamares eu a tudo o que vive, e vê e tem consciência. Quando eu tomo consciência de que eu sou a vida, toda a minha máquina de defesa começa a relaxar, não há aniquilação. Enquanto que o chacra da raíz tem fé na aniquilação, o chacra da coroa afirma a vida, ele lembra-me que nos níveis mais altos da minha consciência eu sou o rei e nos mais baixos eu sou o escravo. Está tudo em ti!




Este 2º nível que contém o registo da posse firma esta inverdade básica de que eu posso possuir alguma coisa. Antagonicamente o chacra no centro da testa contém como registo que tu nem sequer te pertences a ti próprio quanto mais vir a possuir seja o que for. Enquanto o 2º nível diz: ”eu vou possuir aquilo” o 6º nível diz: “tu nem sequer tens como, porque as mãos com que tu agarras não te pertencem”. Este chacra leva-te a contactar o infinito, a realidade de que tudo é teu quando tu estás com o todo, e tudo será teu no grau, no ângulo e na proporção necessárias para o cumprimento da tua tarefa. Quando um ser está a fazer trabalho profundo começa a ficar desconfortável quando mantém coisas a mais. A noção de posse é dissolvida com a consciência do infinito.




O 3º nível ligado à ambição é a ideia que eu vou conquistar, que me vou dilatar. E o que o chacra da laringe diz, combinado com aspectos do chacra frontal, é: “tu tens uma tarefa e não podes ser nem mais nem menos do que a tua tarefa”. Ela é o máximo que tu podes ser numa encarnação, donde que, tudo o que seja criar, tricotar carmicamente visões de outras coisas para a frente, é um processo de perder fase com a energia da nossa tarefa. O que este chacra diz, por oposição ao plexo solar que quer conquistar o mundo todo, é: “quando tu estás na tarefa, tu és o rei, quando estás fora da tarefa, tu és o bobo da corte”. Isto é uma vibração potente que existe no chacra da laringe, região que é ampliada e estimulada à medida que o ser entra em contacto com a sua verdadeira tarefa.




Enquanto que Liz é um centro magnético feminino de atracção dos corpos para cima, Herkz é essencialmente um centro iniciático, um centro de fixação da alma na mónada e Mirna Jade é um centro de sacralização da mónada e da alma no secreto, da fundação dentro de ti de um templo, À medida que os votos se fortalecem em ti, tu vais passando da regência de Liz para a de Erks e conduzido à energia de Mirna Jad.




Antigamente cria-se que a energia da Ordem de Melquisedeque era representada apenas por seres específicos que desciam da linhagem de Melquisedeque cósmico, isto é, linhagem de administradores universais que ciclicamente desciam ao planeta, materializando-se e fundavam hierarquias (qualquer hierarquia em qualquer planeta é fundada pela linhagem de Melquisedeque). Cosmicamente esta linhagem tem outro nome. Sabe-se que a palavra Shamuna, os termos amuna e a letra U têm muito a ver com os nomes cósmicos dos Melquisedeque.




A energia de Melquisedeque (energia axial que une o centro e a verdade de cada plano de existência) é o raio de focalização divina que atravessa o centro de cada plano. É a energia crística administrativa, enquanto que a energia dos cristos é energia crística de instrução.




Acreditava-se que a energia Melquisedeque exprimia-se através de um ser que vinha do cosmos superior e descia no planeta para formar uma hierarquia ou descia em certas câmaras ocultas, tanto nos planos internos como em templos ortodoxos. Acreditava-se que esta energia ancorava nos sacrários de todos os templos. No rito católico, quando se abre o sacrário está toda a gente de joelhos. Prevê-se que quando um templo católico é construído, do ponto de vista maçónico, correctamente (templo regular), o sacrário coincide com uma verdadeira descida e ancoragem da energia de Melquisedeque (energia do Senhor do Mundo). Só que a ciência da construção de templos regulares, a consciência que fazia com que um arquitecto iniciado fizesse uma construção que era a invocação da potência de Melquisedeque, perdeu-se.





A consciência da construção e o casamento oculto que devia ter acontecido ficou algures em lutas de poder.




O que os Irmãos estão a preparar é a formação de homens-templo, isto significa fazer descer à câmara oculta de um ser humano a mesma energia Melquisedeque que descia na fundação de regiões regulares. Daí o termo “igreja invisível de Melquisedeque”

Mirna Jade é o centro intraterreno responsável por abrir a esfera hermética do teu ser e anunciá-la à consciência externa, pela revelação e fundação com descida real de um prolongamento da energia de Melquisedeque ao âmago de um ser humano.




Enquanto que Liz atrai os corpos para o sagrado e chama à purificação dos componentes mais grosseiros, a partir de um certo grau deste trabalho, o ser fixa-se no chamado interior, entra em contacto com Herkz e dentro da vibração deste centro começas-te a aproximar dos portais de Mirna Jade. O sagrado, o indizível, a energia mais pura que pode descer num ser humano começa a penetrar no âmago do teu ser, à superfície do teu ser. E tu tens a certeza que estás em contacto com a energia de Mirna Jade porque começas a perceber uma energia axial cósmica, de fundação de um templo interior. No contacto com Mirna Jade dá-se a inversão do processo.




A hierarquia responsável pela formação de seres espelho é Maria, ela é a principal regente de Herkz. A hierarquia responsável pela formação de curadores e guardiães é Morya e a responsável pela formação de sacerdotes é justamente o próprio Melquisedeque (Sanat Kumara)




Tu sabes que estás numa escola de formação de sacerdotes quando tudo em ti converge para a estabilização de um templo interior. Um ser que tem um templo interior em formação irá sacralizar o ambiente à sua volta. É uma tarefa diferente dos espelhos, dos curadores, dos guardiões.




Um sacerdote restabelece a comunicação entre o coração de cada plano. Onde existe coração existe um feixe da energia de Melquisedeque activo. O sacerdote trás para o eixo cardíaco todas as coisas. Ele é um axializador e a sua vibração elimina tudo o que não pertence ao eixo de Melquisedeque.

Um espelho transforma uma dimensão.

Um guardião cria um campo de força que não permite a entrada de energias involutivas.

Um curador restabelece a vibração divina na matéria.

Um sacerdote trás para o centro, e o centro é o coração de todas as coisas.




Quando um ser se aproxima dum sacerdote em formação, ele vai encontrar o seu próprio centro e o seu próprio coração profundo.




Na formação destas estirpes monádicas está a desgravitação do ego, portanto, a eliminação destes três ímans que prendem um ser que está em formação.




Uma tarefa espiritual é uma descida de um vector de força que vem dos níveis cósmicos do planeta. A tua tarefa nunca tem a ver com aquilo que um indivíduo acha que é, porque a tua tarefa deverá desabrochar à medida que fazemos correctamente as tarefas humanas exteriores. A tua tarefa é o tipo de injecção divina que tu fazes nesta dimensão.




À medida que eu vivo sem revolta, aceitando a cadência da minha própria evolução, começo a ganhar competência existencial e maturidade psicológica para começar a ter desvelada a minha tarefa interna. O revelar-se da tarefa só é feito a um ser a partir dos portais de Mirna Jade, não é nem com o contacto com Liz/Fátima (4º e 6º Raios - devocional), nem com Herkz que tem a ver com as ciências ocultas (3º e 5º Raios) mas é com o contacto puro com Mirna Jade (2º Raio - A radiação do Amor-Sabedoria puros). É a partir da aquiescência e da sensibilidade a este centro interno que um ser começa a receber sinais da sua tarefa, porque Mirna Jade guarda as portas do plano monádico. Estas são as tarefas das mónadas, não da parte externa e social.




Quando de repente desce uma energia que anula todas as outras funções em nós, te preenche completamente e não pede nada mais que a tua quietude, e durante um bom bocado tu ficas ardendo, vibrando nessa energia imaculada que desce sobre ti, isso é o anunciar-se da energia de Mirna Jade.




A partir do contacto com esse centro interno, tu sentes-te incluído numa grande barca de vibração, a barca onde já foram admitidos os teus irmãos mais experientes. A impressão de contacto com Mirna Jade é a impressão de contacto com uma irmandade silenciosa, oculta e extremamente alta de vibração. Os Essénios foram um dos grupos que canalizou para a superfície a energia de Mirna Jade assim como os Sufis canalizaram para a superfície energias ligadas a Fátima e a Anutea. Muitos grupos e ambientes espirituais eram inspirados por um grande centro oculto da Terra. À medida que começamos a perceber os contornos e a especificidade de cada centro, nós somos admitidos ao painel da Terra interna.




A nossa personalidade aspira inconscientemente ao contacto com o centro de Liz/Fátima. A nossa alma aspira ardentemente ao contacto com Mirna Jade e a nossa mónada é um candidato às energias de Shambala e Mitz Tli Tlan, às energias ligadas aos avatares. Para cada nível do ser existe uma diferente aspiração.




A personalidade procura a paz da personalidade e essa paz é a remoção desses três ímans: o medo, a posse e a ambição e a substituição pelas três chaves e a reunião da vibração do ser até que a personalidade se torne una com o campo supra mental - intuição. A personalidade aspira a esta paz, ela busca alinhar-se e tornar-se integrada, estável em união com o nível causal - conexão Liz/Fátima.




No momento em que tu deixas de sentir a tua personalidade, chegaste aos primeiros anéis da energia de Liz/Fátima, tu não sentes mais a tua personalidade: tens sede, bebes água; tens sono, dormes; tens tristeza, choras, O contacto com liz é o fim do drama, é a estabilização cristalina das três naturezas do nosso ser em torno duma mesma alegria interior.




Quando sentes a tua alma começar a ficar emantada e a não alimentar mais que o estritamente necessário para eu estar equilibrado nestas três dimensões, nesse momento as forças de tracção de Mirna Jade começaram a actuar sobre a alma, estás a ser guindado a um ambiente de fundação de um templo interior. No caso dos sacerdotes, há a inauguração dentro de ti de um sacrário que tem a mesma função dos templos antigos. Os nossos irmãos judeus continuam a chorar no muro das lamentações à espera que Salomão venha reconstruir o templo e enquanto isso, dentro de cada um começa a ser reconstruído o templo de Salomão. Este é o desfasamento que vai neste planeta! Um ser templo tem a mesma função perante a comunidade que uma igreja. Se depois a imaturidade da população começa a construir uma casinha à volta dele e a pôr velas, isso já é um problema da imaturidade da população e do próprio ser templo não saber destruir os templos externos (mas isso vem depois). Agora, a descida do código de Melquisedeque ao âmago do coração e a irradiação dessa energia à volta de um ser, corresponde à grande linhagem de elevação da Humanidade.




Um espelho começa onde acaba o mago branco, é um construtor vibratório subtil e é absolutamente necessário para a manifestação do plano hierárquico na Terra. Ele passa mapa e instrução através da sua aura, até mesmo aos anjos e aos devas. Ele é um ocultista avançadíssimo. Um contemplativo reflecte a face de Deus nele mesmo parece um espelho só que ele, no sistema todo, é o fio directo a Deus, é aquele que precipita a luz de Deus e que depois é apanhada pelos outros todos (espelhos, sacerdotes, etc.). Um contemplativo não visa a construção, ele é mais um místico.





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A tua consciência habita um ponto médio, por dentro ela sofre o impacto do modelo de perfeição que não vem de nenhuma educação, não existem técnicas para aspirar ao Divino, nem escolas da memória da eternidade, a coisa está implantada, selada em ti, cá fora existem elementos que não sabem o que são, existem forças, tendências, tensões em busca de um eixo.




Então, a nossa consciência é submetida constantemente a estes dois caudais, é como um fusível, ela liga uma carga negativa ou um carga positiva, ela funciona como um adaptador de potência.




O mundo busca uma organização que não o prenda mas que o torne inteligente e pela natureza da sua inteligência, as forças encontram o seu caminho no plano cósmico.




Existe uma radiação que não é humana comparável nem à radiação angélica, nem hierárquica, nem às radiações celestes, nem às forças elementais. A radiação humana cria condutos invisíveis a partir dos quais toda a potência do mundo se encontra com Deus. Tu és, por programação Divina, o domador das feras e a imagem final, altamente simbólica, da criança que brinca com o leão e o cordeiro na Jerusalém terrestre, significa que a ordem final é equivalente a um estado de total inocência no qual a intenção do Logos criador irradia, com tanta potência daquela criança, que o leão e o cordeiro são reorganizados geneticamente e convivem. A paz que está em cima, através da criança, encontra o seu caminho para os reinos, neste caso para o reino animal.




Quais são os dínamos aos quais tu estás ligado que te permitem ir à beira de toda a treva e começar a ordená-la quase que involuntaria e automaticamente? A que super âncoras é que estamos ligados que nos permitem ousar fazer o que fazemos?




O planeta é o campo de expressão de uma inteligência logóica, isto é, de um factor que está para massas de matéria e de tempo como nós estamos para os Raios e para os elementos imediatos, e portanto, de um homem celeste, é um atribuidor de sentido, de direcção e de corrente energética que visa o planeta como nós visamos os elementos à nossa volta e até a nossa própria personalidade




O Logos utiliza 3 dínamos (três tipos de potência). Tu tens condutos de energia que vão desaguar directamente às centrais nucleares do Logos.




Esses 3 vórtices são:




- Shambala - é fulcro de visão e síntese - é um centro de convecção da vontade divina na Terra;




- Hierarquia - é a soma de todo o magnetismo consciente na Terra - é a soma de cada vez que o amor se torna sábio, inteligente, com visão, esse amor pertence ao caudal hierárquico - é um centro de convecção do amor;




- Humanidade - representa uma bacia de fundo que reflecte o denominador comum entre todos os homens.







A evolução da Terra é um motor a três tempos: um tempo é ditado por Shambala; outro pela Hierarquia e o terceiro tempo por Humanidade. Esta Humanidade, trata-se exactamente da condição humana no que ela tem de mais nu, de mais cru e de mais essencial mas no que ela tem de mais digno, nobre e indestrutível. Nós estamos habituados a pensar em humanidade como num barquinho de papel frágil navegando sobre o oceano podendo ir ao fundo em qualquer momento, essa é a humanidade da estatística e dos economistas. A Humanidade dos ocultistas é indestrutível e nós somos parte dela.




Esta humanidade de hoje, do motor a três tempos planetário, corresponde à capacidade que o homem tem de habitar o crepúsculo entre a treva e a luz e de fazer o metabolismo gradual de funcionar como um filtro seleccionador do grão, dia a dia.




Estes três motores estão ligados a ti. Nós somos habitantes de Shambala, somos presentes na Hierarquia, e somos essa bacia de compaixão profunda que se define como Humanidade.




Tu estás em Shambala enquanto mónada. E como mónada tu és uma semente de uma super fortificação exterior a que os orientais chamam, uma consciência avatar. Não importa o que a tua personalidade está a fazer cá em baixo, o teu ser cósmico está dentro das ogivas de estímulo de Shambala. Shambala vela a tua perfeição.




Este nome deveria ser preservado do nosso eu consciente. No Oriente não ousam dizer este nome demasiadas vezes, não por superstição mas exactamente pelo contrário, por uma questão de consciência do que significa esta super estrutura planetária, este planalto de luz e radiação dentro do qual a pulsação divina ao qual tu pertences se concentra.




Enquanto mónada tu és um habitante de Shambala. Enquanto alma tu és parte da Hierarquia e quando a nossa personalidade se encontra alinhada com a nossa alma, nesse momento, tu és um representante da Humanidade a que se referem os ocultistas. Isto é, enquanto a nossa personalidade não está alinhada, nós somos um representante dessa humanidade de superfície e quando a tua natureza humana, em cada nível, encontra a nota essencial da alma, finalmente, tu representas esta Humanidade que corresponde ao terceiro polo do motor a três tempos.




Donde que, a potência, a vibração, a energia capaz de ordenar o mundo e de estabelecer o princípio da paz, que é o centro imóvel em torno do qual o mundo aprende a sua lição, e, ou nós estamos fora desse princípio, ou estamos a caminho desse princípio, ou representamos esse princípio. Os nossos veículo, cada um deles, busca o encontro com esse eixo.




A paz é o reflexo na personalidade humana, da inalterância para dentro dos nossos elementos, donde que, a primeira experiência de organização que nós vamos ter é com a nossa própria natureza. Daí que os Mestres constantemente nos lembram que não adianta emanar macro teorias, enquanto a nossa própria natureza não estiver conciliada com o seu centro. Enquanto eu não encontrar a minha paz, eu devia ser cuidadoso na emissão de soluções para o mundo, porque não há maior solução para o mundo que um ser em paz. Ele corresponde ao ponto de anulação do fogo de fricção que caracteriza a nossa personalidade




O que é que significa uma personalidade integrada (3ª iniciação)?




Há um momento em que o corpo físico aprende a transformar numa hormona as orações. Numa primeira etapa, a oração passa-se num nível aparentemente superior, imaterial e o corpo físico continua cá em baixo com “as outras hormonas”, e há aqui um desfasamento químico.





Quanto muito, é acumulado no veículo mental superior uma mais valia espiritual. A vida endócrina é a tradução química do estado da consciência, tanto assim que, se uma pessoa entra em estado de choque, pode, subitamente, ter problemas hormonais, da mesma forma que se pomos as vacas a ouvir heavy metal acontecem coisas ao leite das vacas, assim como se põem Mosart acontecem outras coisas ao leite das vacas - há uma relação directa entre consciência e vida hormonal.




Da mesma forma que este sistema solar é traccionado para regiões de êxtase que chegam até nós como constelações - Ursa Maior, Plêiadas, Sírios, são as glândulas responsáveis pela evolução de todo um quadrante local dentro do qual a estrela Sol se encontra - o teu corpo precisa de traduzir quimicamente os teus estados de consciência, sob a forma de uma organização de fogo interior.




Durante uma oração, é passado um código luz/fogo à alma. A alma não contém o princípio do fogo, ela contém o princípio da luminosidade, mas o fogo, a essência da luminosidade vem da centelha cósmica superior.




Esta centelha tem guardado todo um abecedário de letras de fogo, - uma linguagem de fogo que não é, obviamente, traduzível para nenhuma das línguas terrestres baseadas no funcionamento da laringe, - que quando impacta na alma ela reorganiza-se em função dos condutos de força/luz/consciência da eternidade e não os condutos da evolução no espaço e no tempo.




Como a alma tem feixes, fibras de transporte de informação que a ligam directamente à hipófise, a alma passa essa energia para o âmago da hipófise e quando essas insígnias luminosas chegam aí, têm duas possibilidades: ou são deflectidas pela soma dos comportamentos humanos, ou são assimiladas pela hipófise - que é um super laboratório cósmico - e são transformadas em novas organizações de proteína, e portanto, em hormonas desconhecidas.




A vida hormonal de um sábio não é comparável à de um general - a menos que seja um general sábio.




Existem hormonas que podem ser disparadas pela hipófise depois de ela ter assimilado esses mantras de organização química que vêm da alma, que simplesmente dissolvem a agressividade. Qual agressividade? A agressividade da consciência de vigília, daquilo que faz com que eu pense friamente, cuidadosamente em agredir o outro? Não, porque esta agressividade está praticamente dissolvida naquilo a que se chama o homem de boa vontade. Tanto assim que para grandes episódios de agressividade acontecerem, “os outros irmãos” precisam de criar tribos de holigans para a agressividade vir outra vez, ou seja, a agressividade já é um abaixamento em relação à consciência mínima atingida neste planeta. É um abaixamento porque necessita de uma segregação hormonal para acontecer. Ninguém nesta etapa dos acontecimentos é agressiva se não entrar ali uma hormona, a menos que se tenha atrasado 400, 1000 ou 2000 anos e aí é agressivo sem hormona, mas isso é um ser que devia estar na antiga Roma e por acaso está no século XX. Isto significa que há desfasamentos entre os níveis de um ser.




E quem diz agressividade. diz competição, diz alienação através da sexualidade, etc.. Existem vastos territórios de comportamento que são condicionados pela actividade hormonal. Há um momento em que a inteligência do corpo físico aprende a segregar a hormona da paz profunda e a injectá-la no sangue a partir da oração. A partir de um certo momento, a hipófise consegue interpretar a paz do teu ser mais alto sob a forma de um composto químico e auto induzir-se com essa nova organização e anular séculos de adrenalina, testosterona, estrogénios, séculos de coisas que têm a ver com achar que a coisa está fora de nós.




O nosso corpo físico está automatizado neste tipo de miopia, e portanto existe uma denuncia na consciência da nossa base genética e uma reestruturação completa no comportamento físico e etérico a partir de uma alteração na segregação hormonal.




A nossa organização física, endócrina, etérica, fixa ideias e necessidades da mónada. O nosso corpo é uma revelação constante, ele vem do passado - a raça adâmica vem do futuro, a nossa evolução biológica natural vem do passado - os adões e evas são inovadores biológicos, eles não trazem memória genética ligada à evolução da espécie, não trazem memória crística no código genético. O código genético de um inseminador de ascensão cósmica no plano biológico é … genética ligado ao Cristo que coordena todo um quadrante galáctico.




Assim como o nosso corpo físico reaprende e cada célula ao entrar em contacto com essa nova organização química que é disparada pela hipófise reaprende a paz a nível intra celular e tu começas a descobrir que já não consegues produzir as hormonas da agressividade, da descentragem, da irritabilidade já não consegues produzir estes fogos de fricção mais densos, o nosso veículo emocional, no seu próprio plano, aprende uma ondulação deliciosa.




O nosso trabalho consiste em encontrar, através de um processo contínuo de oração, de abertura, de verticalização, as contra correntes que iniciam os nossos corpos. Então, para as memórias endócrinas normais, existe a hormona da paz profunda que deixa o teu veículo físico completamente nivelado com a verdade do seu ser interior. O elixir da longa vida não é produzido por uma fonte que fica em Shambala, mas pela tua hipófise. Claro que existe um elixir da longa vida! Tudo o que está nas histórias infantis existe, cada um de nós que traduza.




Não há limites para o que os teus veículos glandulares podem fazer. A necessidade do nosso corpo emocional é a de alternância, portanto, nos seus níveis íntimos, o corpo emocional busca um tipo de ondulação.

(Por concluir)