sábado, 20 de julho de 2013

"E se você me pegasse"






E se você me “pegasse”?

Corre pelo mundo o estribilho de uma música, mas é preciso considerar algumas coisas sobre isto.
Estou disposto a deixar que você me “pegue”, mas antes precisamos conversar sobre algumas coisas.
Eu sei exatamente o que faria “se te pegasse”.
Quero saber o que você faria se me “pegasse?
É preciso que seja uma troca, uma retribuição, bom para os dois, complementar no meu nível de doação.
Você sabe o que é “pegar”?
Será que “pegar” é o que o chimpanzé faz? Numa árvore de cabeça pra baixo?
É o que faz o “dez-minutos-nos-melhores-dias”?
“Pegar” para mim é se doar além da imaginação.
É colocar o outro como mais importante que eu.
É amar o outro mais que a mim mesmo.
É dar carinho e atenção sem medidas.
É estar atento às suas necessidades.
É estimular o outro sempre e cada vez para um nível mais alto.
É propiciar o crescimento e evolução constante do outro em todas as áreas.
É amar sem limites, tabus e preconceitos.
É ter bom humor o tempo todo.
É viver como o poeta.
É estar aberto a novas idéias, novas abordagens, novas músicas, novos livros...
É dar mais que receber.
É escutar o outro quando tem problemas.
É aconselhar sem impor.
É deixar o gozo do outro ser mais importante que o seu.
É olhar no olho.
É sorrir sempre para o outro.
É nunca se cansar da presença do outro.
É conversar e se realizar pela própria conversa.
É servir de “escada” para o crescimento do outro.
É chorar junto.
É rir junto.
É conversar sem fim.
É servir de “escada” para o crescimento do outro.
É saber que o amor é a coisa mais importante da vida.
É ser “canal” do amor do Pai para o outro.
Se você “pega” desse jeito podemos conversar.

domingo, 14 de julho de 2013

Prof.Hélio Couto



Biografia I

Quando fiz 32 anos de idade, comecei um período que o psiquiatra Stanislav Grof chama de “emergência espiritual”. Comecei a mudar drasticamente, expandindo a consciência em todos os sentidos. Passei a repensar tudo e fazer inúmeras terapias para entender o que acontecia comigo. Até esta data eu era um analista de sistemas e paralelamente lia sobre a mente humana, psicanálise, psicologia, mitologia, sociologia, etc. Essas leituras começaram com 8 anos de idade e nunca mais pararam.
Até que chegou o dia em que começou a catarse com 32 anos de idade. Durante 12 anos a catarse durou. Nesses anos minha pesquisa sobre a realidade aprofundou-se ainda mais. Passei a questionar tudo que já haviam me dito e ensinado. Questionei todas as religiões, a ciência, a economia, a sociedade, etc. Passei a testar cada coisa para saber se era verdade ou não. Pois tinha descoberto que havia um simbolismo oculto em tudo e que só haviam me ensinado sobre o primeiro nível de significado. O nível que é passado para o povo e que mantém a manipulação que existe até hoje. Nesses anos percebi que minha profissão não me satisfazia mais e que era apenas um número numa engrenagem que triturava as pessoas. Foi muito difícil rever tudo e perceber que tudo era mentira. E que teria de construir um paradigma totalmente novo. Resolvi experienciar cada coisa sem acreditar em mais nada que diziam. Eu tinha de testar para saber se era real ou não. É um processo doloroso e caro. Se gasta muito tempo e dinheiro para testar cada coisa que é passada como a verdade pela sociedade. Foi extremamente instrutiva essa fase.
O alicerce para a fase seguinte estava sendo construído, embora eu não percebesse isso ou o alcance do que estava a fazer. Continuei trabalhando como analista e pesquisando todo o tempo que me restava. Até que chegou o momento em que estava pronto para no próximo passo em 1994.
Parei de trabalhar como analista e tornei-me terapeuta alternativo. Desenvolvi naquela época uma ferramenta com mensagens subliminares e paraliminares, extremamente eficientes, mas genéricas. Isto é, servia para todo mundo e muito fáceis de serem pirateadas. No inicio como poucas pessoas sabiam do trabalho não houve problema com pirataria, mas quando comecei a ter 180 pessoas nas palestras do antigo Hotel Danúbio em São Paulo, a pirataria apareceu rapidamente. Ele entrou em contato comigo e comprou uma fita de cada. Dez dias depois colocou à venda 800 fitas numa palestra no mesmo horário, mesmo dia da semana e mesmo hotel. Isso durou anos e inviabilizou totalmente o trabalho. Parei de trabalhar e desenvolver a ferramenta e levei 5 anos pesquisando como ter um produto não pirateável. Surgiu então a ferramenta personalizada da Ressonância Harmônica. É um produto totalmente impossível de ser pirateado, mas é claro que é impossível impedir que outros digam que fazem o mesmo. Nem os seres negativos do Astral sabem como funciona a Ressonância Harmônica. Tal o poder que está embutido na ferramenta. Se vocês lerem no blog o que Caio Julio Cezar disse sobre a ferramenta, entenderão porque ela não pode ser posta publicamente por enquanto. Da mesma forma que naquela época, depois de virem 180 pessoas na palestra, isso acontece novamente. Podem dizer o que quiserem, está é uma ferramenta única no mundo.
Quanto à ciência que está por trás da Ressonância Harmônica, bastaria que lessem e pesquisassem com isenção de ânimo, para chegarem às conclusões que eu cheguei. O problema é que se um Nobel não entende o significado da Mecânica Quântica, imaginem os demais. Isso se a pessoa tiver boa vontade em entender. Como estamos falando de física, bastaria que a pessoa testasse a ferramenta para saber que é real. É possível testar com quaisquer informações, não apenas casa/carro/apartamento. Considerem todos os artigos sobre auto-sabotagem que estão no site. O Ego Reptiliano não quer que ninguém entenda Mecânica Quântica. Porque as mudanças seriam radicais na vida terrestre. E serão!
Já disse em várias palestras que a Ressonância Harmônica não veio para este planeta para que poucas pessoas consigam casa/carro/apartamento. O motivo é muito maior. Isso foi só o começo do trabalho. É por isso que questiono sempre se entenderam a Ressonância Harmônica. Será que percebem o alcance que tem isso? Será que percebem o que está por trás disto? E quem está por trás disto? E os objetivos? E o cronograma? Será que percebem que há um plano de assuntos a serem tratados nos DVDs, passo a passo. Num crescendo.
Depois de 6 anos havia chegado a hora de dar um salto no trabalho. Eu já sabia que a perseguição seria grande. Que seria uma pílula difícil de engolir, a questão da mutilação genital feminina, feita nas crianças de 3 anos. Com 4 meninas mutiladas por minuto. Hora após hora, dia após dia, mês após mês, ano após ano. Sugiro que vejam os vídeos no Youtube sobre isso. E o que fazem com as pré-adolecentes nas festas de hoje em dia? Foi-me pedido que fizesse um trabalho de divulgação destes problemas por um ser de fora deste planeta, que usa o nome Líria para que possamos falar dela. O nome real é impronunciável na linguagem terrestre. Ela faz um trabalho no mais alto nível cósmico espiritual.
Pergunta: eu deveria recusar? Sendo que assumi esse compromisso antes desta encarnação? Porque iria ser conhecido como o “homem do lírio”?
Os compromissos que assumi cumprirei até o fim.
E aí surge a outra questão: o trabalho deveria ficar nisso até o fim da vida? Ou tudo é uma evolução constante e infinita? Fui novamente convocado para outro trabalho, mais complicado que o anterior, os sacrifícios humanos. Ainda divulgarei esse trabalho. Está em preparação. É outro assunto que ninguém praticamente quer mexer.
Líria também se prontificou a ajudar neste trabalho.
Devo me omitir sobre o sofrimento das meninas mutiladas?
Devo me omitir sobre as crianças degoladas?
Se não se sabe que existe isso é uma coisa, mas quando se sabe, é impossível não tomar uma posição. Trabalhar para expandir a consciência sobre o problema ou não fazer nada. Não consigo ficar quieto vendo isso acontecer. Quando se tem contato com a outra dimensão, essas coisas passam a fazer parte do nosso dia a dia. Quando o véu da ilusão se rasga não há mais o outro lado e este lado. O lado espiritual e o lado material. Tudo é uma coisa só o tempo todo. Convivo com os dois lados o tempo todo. Como negar a realidade? Como não ajudar a estas crianças? Deste lado e do outro lado.
E o trabalho não parará nisso. Existe um enorme cronograma a ser cumprido.

www.heliocouto.com

Hélio Couto Dívidas XI




Uma cliente assistindo ao dvd “Trabalho Interno” de Charles Ferguson passou mal após meia-hora. Este é o DVD do livro “O seqüestro da América”, do mesmo autor.
Este livro conta como se construiu a atual crise econômica mundial.
Passou mal porque começou a entender como é o mundo real deste planeta. Como é a economia real. Começou a tirar a visão romântica da vida e ver claramente a realidade.
A partir de agora ela pode começar a crescer realmente. Sem entender como é a realidade deste planeta não há como ter uma economia sólida e consistente.
São inúmeros os clientes extremamente endividados. Como chegaram nesta situação? Como não cortaram isso no inicio? Ninguém faz uma dívida enorme logo de cara. Ela vai crescendo porque a ilusão persiste. Não se enxerga o que está bem na frente dos olhos. Vive-se na ilusão de que no mês que vem a coisa será melhor, agora vai, o mercado mudou, passou o carnaval, tenho a esperança que dará certo, os clientes virão, tem de dar certo, etc.. As idéias deste tipo são infinitas. Isso não funciona porque não é baseado na realidade. Isso é pura idéia mental que não tem força para criar a realidade.
O que cria a realidade é o sentimento de que está criada a realidade. Este sentimento tem de ser 100% real ou uma crença 100% real. O coração emite um sinal elétrico 60 vezes mais forte que o sinal do cérebro. O campo magnético do coração é 5000 vezes maior que o do cérebro. Estes dados foram descobertos pelo HeartMath Institute.
É por isso que somente idéias não criam nada. Sem o campo eletromagnético do coração (sentimento) não se cria nada consistentemente.
Para se ter uma economia consistente não se pode ter dívidas. Endividamento não é crescimento. Crédito é divida. Manutenção é divida. E dívidas têm de ser pagas mais cedo ou mais tarde. Quando um sócio tira um pró-labore de uma empresa que não dá lucro e que está se endividando isso não é renda. É dívida.
É nesse ponto que entra a Mecânica Quântica. A MQ faz com que a pessoa saia da visão romântica da vida e entre no mundo real. Em como realmente funciona o universo. A realidade última. Tudo é feito de átomos. Como funciona, o que são e de onde vêm esses átomos é da mais extrema importância. Entendido isso se entende a economia, por exemplo. Este mundo está desta forma porque a resistência a se entender e aceitar a MQ é extrema. E quando se vive na ilusão as conseqüências são trágicas. No momento as pessoas estão reagindo às conseqüências. Não entenderam ainda a raiz do problema. A reação continuará desta forma até que haja uma expansão da consciência e entendam o real problema. Para isso é preciso pensar claramente e isso envolve enxergar claramente a realidade última. Todas as coisas dependem do entendimento da realidade. Tudo é criado socialmente em função de uma visão de mundo. De como o mundo é. Se acreditarmos que o universo está nas costas de uma tartaruga ou no deus Rambo criaremos uma economia de acordo com essas crenças. A economia deste planeta está criada em função de determinadas crenças e esse é o resultado que estamos vivendo.
Querer ser Revolucionário Quântico sem ter dado os saltos de consciência é pura ilusão. É continuar vivendo na visão romântica da vida. Sem uma mudança interna real não há Revolucionário Quântico. Sem expandir a consciência para enxergar claramente a realidade última não haverá mudança real. Apenas se trocará de um sistema para outro e tudo continuará igual ou pior. Como sempre foi neste planeta. Ser Revolucionário Quântico sem fazer as mudanças de consciência em si mesmo, sem deixar que essas mudanças ocorram em si mesmo, não levará a nada. Não adianta fazer mudanças externas sem ter mudando interiormente antes. E isso é uma coisa que leva tempo e dá trabalho. Trabalho interno.

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sexta-feira, 12 de julho de 2013

sábado, 6 de julho de 2013