quarta-feira, 26 de março de 2014

quinta-feira, 20 de março de 2014

Antonio Carvalho fala sobre a Escada de Jacó

PROGRAMA VIDA INTELIGENTE - A EUBIOSE SENDO LEVADA AO MUNDO
















PROGRAMA VIDA INTELIGENTE - ANAHATA

Parte Final V




O ódio que (não?) existe em mim! – Parte V - Finalizando
Finalizando
a) ódios intensos rompem o ovo áurico, fazendo com que andarilhos do astral (baixo) o usem como suas casas;
b) O que mantém vivas e integradas todas as formas, em todos os planos, é a eletricidade, em todas as suas variantes, tendo por origem Fohat, o qual podemos denominar como uma expressão do amor universal. Assim, o amor universal, em sua suprema “paciência” permite-se dar vida até para aqueles seres que existem em desacordo com a Lei;
c) O ódio acompanha o ser humano para qualquer lugar onde ele vá. Assim, cabe questionar a nós mesmos, se temos o direito de deixar que as pessoas respirem o que em nós existe;
d) Lembre-se, o que alimenta o antipático é a antipatia que você sente por ele. Da mesma forma, a maior vitória do seu inimigo é o ódio que você sente por ele, pois é uma forma indireta dele lhe tirar a vida;
e) A reciprocidade das emoções tendem a criar sistemas de vasos comunicantes, definindo o mundo onde cada um vive (e viverá);
f) O ódio é na verdade o prazer do conjunto de emoções que o compõem. Como qualquer prazer denso, tende a se transformar em hábito. Assim, odiar a tudo e a todos parece ser o lugar comum de chegada para quem neste caminho está;
g) Lembre-se Karma não pune, ele simplesmente dá as pessoas o que elas precisam para chegar ao equilíbrio;
h) Quanto mais densas as emoções, quanto maior o ódio e suas variantes, maior é a incapacidade da mente concreta se manifestar;
i) Com amor se criam devas. Com ódio criam-se devatas, e os devatas são as almas daquilo que chamamos doenças. Assim, o ódio é o pai-mãe das doenças da humanidade;
j) Sublimar a infâmia e a perversidade, transformando-as em paz e felicidade! Esta é a fórmula da Pedra Filosofal, a Summa Matéria;
k) É ilógico e, portanto, não verdadeiro, vestir túnica branca para ocultar um coração vermelho rubro. A quem você pensa enganar, se você sabe a sua própria verdade?
l) O ódio impossibilita no organismo, a existência do Atmã Victus, a essência do amor, segregada pelo Timo, levando a perda do equilíbrio e tornando impossível a aquisição da consciência espiritual;
m) Lembre, todas as emoções se submetem à sua Vontade, devendo ser julgadas com Amor e Sabedoria;
n) Os grandes conglomerados de ódios, nascidos da repressão dos desejos, mais facilmente deveriam ser sublimados, pois o desejo é o oposto do amor fraterno;
Sem estar amarrado ao ciclo passado, o ser humano pode experienciar um novo tipo de liberdade: a liberdade de ir e vir para qualquer lugar do universo!
Felicidade, harmonia, paz, amor fraterno, harmonia, da mesma forma que o aqui abordado, são grandes conglomerados, com a diferença que estes, ligam o ser humano ao Novo ciclo.

Diz Henrique José de Souza(*): " Se quiserdes ser um filho da Lei, um Filho de Deus, “perdoa, medita... e aprenda”. Sob pena de teu ódio ser o teu próprio assassino, consumindo teu coração... enferrujando teu fígado, destruindo a tua circulação... Busca o teu pretenso inimigo, aperta-lhe a mão, beija-o na face, e perdoa . Ele te amará muito mais, embora que maiores se tornem os seus sofrimentos."

Fraterno abraço, fiquem bem, fiquem em paz. Boa caminhada!
Jorge Antonio Oro
(*) Henrique José de Souza, O Professor, foi o fundador da Sociedade Brasileira de Eubiose

continuação parte 4



O ódio que (não?) existe em mim! – Parte IV - Duas Viagens de 40 passos
Para exemplificarmos as diferenças entre o ciclo passado e o novo ciclo, convido-os a fazerem duas viagens. Na primeira, vamos pasear brevemente no passado.
Na segunda, passear no futuro.
E é muito simples, lembrem que quando olhamos para alguma coisa, esta coisa nos olha de volta: assim, é só ler as palavras.
E lembrem: se lendo estas palavras vocês vão ao mundo (denso ou elevado) onde estão as formas que as palavras representam, imaginem para onde vão as pessoas ao assistirem filmes de violência, ao ouvirem barulhos que dizem ser música, ao contemplarem arte que não é arte, ao seguirem falso conhecimento como se fosse verdadeiro, ao confundirem falsos atalhos com caminhos, ao serem sufocadas diariamente, com notícias ruins nos veículos de comunicação.
Não há como a vida ser leve, quando o ser humano se deixa levar e aprisionar nestes lugares.
Enquanto a humanidade está atolada no mal, mau e feio(ciclo agonizante), o Bem, Bom e Belo(Novo Ciclo) aguarda para ser vivido.
Leiam atentamente e percebam a diferença do que olha para vocês ao ser pronunciado.
40 expressões vermelhas
Odiosidade, iracúndia, desafeição, desamor, desfavor, desestima, inimizade, animosidade, ira, cólera, rancor, sanha, fúria, irritação, raiva, ressentimento, amargura, fel, malícia, fobia, repugnãncia, desagrado, antipatia, abominação, execração, aborrecimento, desdém, ódio inextinguível, detestar, ter rancor, ter alguém atravessado na garganta, fuzilar com os olhos, espumar de raiva, impopular, malvisto, malquisto, hostil, detestável, execrável, repulsivo, etc.
40 expressões azuis
Amor, carinho, afeto, amorosidade, inclinação, predileção, preferência, simpatia, bemquerença, afeição, dedicação, admiração, idílio, idiopatia, ternura, benevolência, olhar amoroso, chama de cintilações maravilhosas, amor inextinguível, sincero, profundo, imaculado, amigo, querido, objeto de simpatia, estimar, dedicar afeto a, amor fraterno, amor universal, amor neutro, cair em graça de alguém, devoção, ternura, precioso, fraterno, caro, preferido, adorável, amável, encantador, puro, paz, fraternidade, deleite, amenidade, amabilidade, maviosidade, doçura, fineza, beleza, rejubilar, contentar, abençoar..

Obs.: Todas as palavras da lingua portuguesa encontram-se arranjadas polarizadas (tipo amor e correlatos versus ódio e correlatos) no “Dicionário Analógico da Lingua Portuguesa, de Francisco ferreira dos Santos Azevedo.
O autor teve o trabalho de agrupar (provavelmente sem ter conhecimento iniciático, o que lhe dá valor ainda maior) todos os seres (palavras) que possuem faixa vibracional semelhante e, portanto, encontram-se entrelaçados e existindo em regiões comuns, nos seus respectivos planos. São nome de seres que forma egrégora smaiores.
Parte 4 de 5
Jorge Antonio Oro


continuação.. "Ódio" que não existe em mim....










Parte 3 de 5
Jorge Antonio Oro

O ódio que (não?) existe em mim! – Parte V - Finalizando
Finalizando
a) ódios intensos rompem o ovo áurico, fazendo com que andarilhos do astral (baixo) o usem como suas casas;
b) O que mantém vivas e integradas todas as formas, em todos os planos, é a eletricidade, em todas as suas variantes, tendo por origem Fohat, o qual podemos denominar como uma expressão do amor universal. Assim, o amor universal, em sua suprema “paciência” permite-se dar vida até para aqueles seres que existem em desacordo com a Lei;
c) O ódio acompanha o ser humano para qualquer lugar onde ele vá. Assim, cabe questionar a nós mesmos, se temos o direito de deixar que as pessoas respirem o que em nós existe;
d) Lembre-se, o que alimenta o antipático é a antipatia que você sente por ele. Da mesma forma, a maior vitória do seu inimigo é o ódio que você sente por ele, pois é uma forma indireta dele lhe tirar a vida;
e) A reciprocidade das emoções tendem a criar sistemas de vasos comunicantes, definindo o mundo onde cada um vive (e viverá);
f) O ódio é na verdade o prazer do conjunto de emoções que o compõem. Como qualquer prazer denso, tende a se transformar em hábito. Assim, odiar a tudo e a todos parece ser o lugar comum de chegada para quem neste caminho está;
g) Lembre-se Karma não pune, ele simplesmente dá as pessoas o que elas precisam para chegar ao equilíbrio;
h) Quanto mais densas as emoções, quanto maior o ódio e suas variantes, maior é a incapacidade da mente concreta se manifestar;
i) Com amor se criam devas. Com ódio criam-se devatas, e os devatas são as almas daquilo que chamamos doenças. Assim, o ódio é o pai-mãe das doenças da humanidade;
j) Sublimar a infâmia e a perversidade, transformando-as em paz e felicidade! Esta é a fórmula da Pedra Filosofal, a Summa Matéria;
k) É ilógico e, portanto, não verdadeiro, vestir túnica branca para ocultar um coração vermelho rubro. A quem você pensa enganar, se você sabe a sua própria verdade?
l) O ódio impossibilita no organismo, a existência do Atmã Victus, a essência do amor, segregada pelo Timo, levando a perda do equilíbrio e tornando impossível a aquisição da consciência espiritual;
m) Lembre, todas as emoções se submetem à sua Vontade, devendo ser julgadas com Amor e Sabedoria;
n) Os grandes conglomerados de ódios, nascidos da repressão dos desejos, mais facilmente deveriam ser sublimados, pois o desejo é o oposto do amor fraterno;
Sem estar amarrado ao ciclo passado, o ser humano pode experienciar um novo tipo de liberdade: a liberdade de ir e vir para qualquer lugar do universo!
Felicidade, harmonia, paz, amor fraterno, harmonia, da mesma forma que o aqui abordado, são grandes conglomerados, com a diferença que estes, ligam o ser humano ao Novo ciclo.

Diz Henrique José de Souza(*): " Se quiserdes ser um filho da Lei, um Filho de Deus, “perdoa, medita... e aprenda”. Sob pena de teu ódio ser o teu próprio assassino, consumindo teu coração... enferrujando teu fígado, destruindo a tua circulação... Busca o teu pretenso inimigo, aperta-lhe a mão, beija-o na face, e perdoa . Ele te amará muito mais, embora que maiores se tornem os seus sofrimentos."

Fraterno abraço, fiquem bem, fiquem em paz. Boa caminhada!
Jorge Antonio Oro
(*) Henrique José de Souza, O Professor, foi o fundador da Sociedade Brasileira de Eubiose

continuando parte 2 de 5 "Ódio" que não existe em mim



Parte 2 de 5
Jorge Antonio Oro

O ódio que (não?) existe em mim! – Parte III - Da Exposição e Sublimação – 7 Passos
Da exposição e da sublimação do ódio
Se a pessoa já disse ou diz: “eu odeio aquela pessoa” ou “ eu odeio aquilo”, e deseja resolver isto (quer dizer, soltar as amarras que a prendem ao ciclo evolucional que já terminou) talvez os passos a seguir ajudem:

a) Passo 1: É o mais importante, e já foi dado, pois é o reconhecimento que o ódio existe e que também existe a vontade de libertar-se;

b) Passo 2: Como o ódio é uma máscara que encobre um conjunto de razões particulares para cada pessoa, este passo consiste em descobrir (no sentido literal da palavra, uma vez que o ódio sobrevive nas sombras do astral de cada um) o que compõem o que em você se chama ódio:
Quem?
Quais os fatos?
Quando aconteceram/acontecem?
O que você fez?
O que você acha que a outra pessoa fez?
O que ela deveria ter feito?
O que você desejaria fazer com aquela pessoa?
Qual o máximo da vingança que o satisfaria?
E depois da vingança, como você se sentiria?
Isto é, revirar a sua memória, acordar todas as emoções que fizeram surgir o ódio, fazer o ódio ficar forte neste momento, para que não perceba o passo seguinte.
As três últimas perguntas são reveladoras, pois expõem o próprio medo que o ódio tem. Medo de morrer. Se, por exemplo, o objeto do ódio deixa de existir, junto com a não existência do objeto odiado, terá que vir a inexistência do ódio. Por isto, os ódios nunca chegam a extremos, pois seu prazer é acontecer, é fazerem odiar.

c) Passo 3: Uma vez identificadas as razões, é hora de expô-las para que fiquem a luz do sol.
Lembre que as antipatias, os ódios, os rancores, etc, são seres que vivem ocultos, e jamais são reveladas a ninguém, sendo conhecidas na sua integralidade somente por quem as pariu (no caso, a própria pessoa que as sente).
Escreva cada uma das respostas do item “b”, dê nome, narre fatos, descreva realmente o que sente (quer dizer, deixe aquele elemental sair com toda sua força), extravase, sem limitações, pois é só você mesmo que irá ler o que está escrito. Mas escreva sem filtros sociais, mostre-se em toda sua fúria, na escrita.
É um passo desconfortável, pois coisas que você prefere deixar ocultas ou prefere fazer de conta que não existe, agora vão estar ali, presas no papel, paridas por você no mundo fisco.
Mas a grande contrapartida é que tudo o que ali está escrito está exposto, a luz do sol.

d) Passo 4: Deixe o ódio dormir no papel, e experienciar o que é ter corpo físico (na letra) por alguns dias. Assim, aquele ódio, ancorado vai sentir os ares do mundo que há tanto tempo ele conturba. E não se enganem pensando que isto é no senitdo figurado: é no sentido real, pois o nome do ser está ligado diretamente ao mesmo.
Após um período, experimente ler o que você escreveu, mas sem vivificar. Leia como se fosse um romance, ou uma notícia de jornal, que por mais complexa que seja, não o envolve diretamente.
Leia primeiro sem voz, e depois, em voz alta, em alto e bom tom, mas neutramente, sem que cada palavra proferida signifique uma “dor doída em seu peito”.
Outra sensação que você deve experienciar, é poder tomar nas mãos fisicamente, aquilo que tanto o incomoda astralmente.
A esta altura, o que está escrito já está enfraquecido, pela ancoragem no meio físico e pela exposição aos olhos do seu criador (você mesmo). Da mesma forma, o criador está tendo oportunidade de contemplar a(s) criatura(s) que nele existem, que dele se alimentam, e que não raras vezes, controlam seus sentimentos e ações.

e) Passo 5: Passado um tempo, analise o que está escrito, não tomando por base as paixões, nem as dores, amores, horrores, mágoas, indignações, certezas astrais, etc. Mas analise tomando por base a lógica, a razão.
Esta mesma razão que tantas vezes tentou se manifestar e que não foi ouvida, pois você estava tomado por aquelas emoções que agora estão no papel.
Complemente a escrita, e para cada pergunta/resposta anterior, escreva o que seria lógico fazer, caso isto fosse a respeito de outra pessoa, a qual você não conhecesse.
Na escrita, aja com imparcialidade, neutramente, usando em cada sentença não o instinto, nem a emoção, mas a Sabedoria.
Na escrita, aja com imparcialidade, neutramente, usando a Vontade toda vez que ouver uma propensão a agir com parcialidade (coisa natural de acontecer, pois aquele ódio que está preso naquela escrita, vai tentar se manifestar, para proteger-se). A Vontade serve para lembrar ao réu, que só pode se manifestar quando autorizado.
Parece um passo simples, mas na verdade, você estará usando o que sempre deveria ter usado para controlar as emoções: a Vontade e a sabedoria.
Usada a lógica, a razão, a Vontade, a Sabedoria, é bem provável que muito do que esteja escrito perca totalmente a razoabilidade, pois qualquer emoção densa extremada não é razoável. Assim, passada a escrita por esta análise, o que restou, terá mudado completamente de forma e também terá mudado a sua forma de ver o que ali está.
Por exemplo, seria como escrever sobre o medo de formiga, e o grande ódio que você tem de formigueiros (por causa do medo, oculto). Na escrita, a lógica desmonta o medo, pois não tem sentido ter medo de algo tão pequeno quanto uma formiga (ou barata, não é mesmo!). Assim como não tem sentido ter medo de formigueiro, pois eles são imóveis, e a única maneira de chegarem até você, é se você fizer uma cópia astral, colocar em você mesmo, e ficar imaginando saírem formigas o tempo todo.
f) Passo 6: O que sobrou após a análise da lógica, da Sabedoria e do exercício da Vontade, é o que ainda o prende, é o que ainda o liga com aquela pessoa ou coisa odiada, é o que ainda mantém em você a imagem daquilo que o magoou, é aquilo que o liga com todos os ódios (ou sensações similares) e, como dissemos, com o ódio núcleo, com o nó onde se assenta ciclo que agoniza.
Mas como libertar-se disto que sobrou, se é o âmago do ódio, se são as razões procedentes, se são as causas reais das mágoas, dos rancores, das falhas, se o que sobrou realmente representam os erros e imperfeições daqueles a quem você odeia, ou não gosta, ou sente antipatia, ou rancor, ou desprezo, ou medo, etc.
Bom, para solucionar isto é preciso pensar em você mesmo, em quanto a manutenção disto é onerosa do ponto de vista de vitalidade, do ponto de vista de saúde, do ponto de vista de impedimento para uma vida harmônica.
A solução é simples, e consiste em aplicar a contraparte da Sabedoria: o Amor!
Parece um discurso inócuo, mas não só não é um discurso inócuo como, ao contrário, é uma forma quase mágica de romper os liames que o prendem ao objeto do seu ódio (antipatia, etc).
Para isto, volte a escrita, e para cada ponto que tenha sobrado, escreva a sublimação. “Neste dia o xxx me magoou pq yyy”. Você escreverá (mas criando o que for escrever, sentindo): “ Neste dia o xxx me magoou pq yyy, mas hoje vejo que era uma circunstância da vida, e todos fizeram o melhor possível. Da mesma forma, cada um terá que resolver as decorrências de seus atos, et, etc”.
Temos que ver não a pessoa que errou, mas o erro que aconteceu através daquela pessoa, e que causas eu criei para ficar na área de atuação daquele erro.
Como disse Budha: “ o ódio não destrói o ódio, só o amor destrói o ódio. Sê como o sândalo que perfuma o machado que o corta”.
Neste momento temos consciência superior a isto: o amor não destruirá o ódio, mas sim, rompe os liames que o ligam ao ódio, fazendo com que ele deixe de existir em você, e fazendo com que você deixe de alimentar na pessoa odiada as características que fazem com que ela seja odiada por você.
Em fazendo isto, deixa de existir o ódio em você, enfraquece-se o ódio e as razões naquele que era odiado, mas o principal: diminuem as correntes vitais que alimentam o ódio núcleo, as dores da humanidade.
g) Passo 7: Elimine todo e qualquer vestígio daquele ódio que existia em você, que esteve no papel e que agora não mais está ancorado em você.
Abençoe com um “ Vá em paz”, e queime o papel, liberte o que vc acabou de fazer!
Respire fundo, pq você acabou de ganhar uma sobrevida, por não mais dar sua vitalidade para alimentar aquilo que acabou de sublimar.
Além disto, acabou de romper um laço que diminuía sua velocidade evolucional, que o prendia ao passado, e que embotava sua visão do hoje.











Parte 1 de 5
Jorge Antonio Oro

O ódio que (não?) existe em mim! – Parte II - Da manutenção e Vitalização
Da manutenção e vitalização do ódio
a) Como os símiles convivem, podemos considerar como ligados ao ódio (graduações do ódio, ou o que é pior, caminhos para o ódio) sentimentos como: antipatia, aversão, rancor, repulsa, raiva, medo, desejo;
b) Há que lembrar-se que qualquer sentimento de ódio (e seus derivados) de uma pessoa para com a outra, reside (quer dizer, vive e se alimenta) em quem os sente, não em quem os provoca;
c) Lembre-se que a não exteriorização das emoções, o tempo que elas vivem em você, a quantidade de vezes que elas são lembradas/vivificadas, tudo isto vai fazer com que o entrelaçamento e a cristalização fiquem cada vez mais fortes, transformando-se em profundo ódio, sem que se perceba;
d) Se (infelizmente) você tiver um inimigo, a maior vitória dele é ser odiado por você. Simplesmente pq quem vai dar a vida para manter o ódio vivo em você, é você mesmo, não seu inimigo.
E o pior, como para odiar alguém você tem que ter um reflexo dele em sua alma, acaba se interligando diretamente ao odiado, como em um sistema de vasos comunicantes.
Assim, quanto mais odiar uma pessoa, mais vai ficar parecido com ela, a ponto de o ódio ser tão intenso que, em você, existe uma réplica perfeita da outra pessoa, pois você odeia tudo nela. Resultado, ele venceu, seu inimigo apoderou-se de sua alma;
e) Se você tem antipatia por alguém, para que a antipatia permaneça viva, em você deverá haver uma imagem da outra pessoa e das características que lhe incomodam, fazendo com que você se ligue vitalmente.
Desta forma, você passa a ser a fonte oculta que alimenta não só a permanência, mas também o fortalecimento daquelas características indesejáveis na outra pessoa.
E isto ocorre por uma razão muito simples: aquilo que você chama de antipatia precisa em você ser alimentada para existir. Então, isto faz com que as causas da antipatia aconteçam.
Lembra-se do ditado: “quanto mais eu rezo mais assombração me aparece”?? Pois é, é que na verdade, você reza pq tem medo, mas o medo precisa (e quer ficar vivo), então, enquanto você reza, o medo(fortalecido pela reza, pois afinal, você reza pq tem medo) “chama as assombrações”, para que você sinta mais medo e tenha que rezar mais, etc, etc, em um infindável ciclo vicioso. Chega ao ponto em que você passa a odiar assombrações! Pronto! O seu medo está fantasiado de ódio, e sobreviverá até que você descubra isto.
É só substituir os termos “medo” e “assombração” pelas emoções, coisas e pessoas do dia a dia, e você compreenderá qual o mecanismo que faz com que as coisas não sejam como você desejaria na vida.
f) “Eu odeio” é o mesmo que dizer: eu tenho ódio em mim, eu o mantenho vivo e eu me ligo a todo o ódio que existe. E quanto mais tempo eu odiar, mais isto será uma determinante na minha vida;
g) Há que se ter parcimônia no usar a palavra “ódio”, pois ao dizer o nome de alguma coisa ou ser, você o está invocando. “Eu odeio vermelho!”. Seria melhor dizer: “vermelho não me agrada, ou vermelho não me deixa feliz”;
h) Ou ainda, ao invés de dizer “eu odeio azul”, não seria melhor dizer “ Eu gosto somente de verde!”. A idéia está expressa, claramente, mas sem invocar nem alimentar o ódio. Quantas e quantas vezes usamos no dia a dia, de maneira quase indolente, palavras que prendem o ser humano, a humanidade, o planeta, em um passado que nos cabe transformar?
i) Quem foi que disse que é necessário odiar o oposto? Se eu gosto do verão, não preciso odiar o inverso. Somente gosto do verão, e o inverno que cumpra o papel dele. Eu não odeio o seu time de futebol, a questão é que eu só gosto do meu;
Para a humanidade, parece que o ódio é só um artifício para potencializar o gostar do oposto. E isto, a rivalidade, é estimulada de todas as formas pelos meios de comunicação, que sabem muito bem o que fazem e pq fazem;
j) Pq se usa a expressão “aquela pessoa destilou seu ódio”. Significa que aquela pessoa que assim agiu, tem em si os caminhos, as serpentinas, que lhe permitem potencializar e refinar o ódio, mas não mais o ódio que há em si, mas sim, um ódio especializado, derivado diretamente do ódio núcleo.
Quando alguém “destila ódio” está verbalizando palavras que, no mínimo, poluem o ambiente no qual são proferidas, prejudicando a todos que as ouçam.
A pessoa que destila ou que transpira ódio torna-se um “risco de contágio” para o ambiente onde esteja e para as pessoas que com ela convivam, pois serve como um elemento altamente atrativo para o despertar e exteriorizar de nidhanas que em cada um existam. É quase como um imã, gerando causas para atrair, criar e entrelaçar novas pessoas;


quarta-feira, 19 de março de 2014

O JULGO






Texto escrito por 
                                                      FERNANDO PINHEIRO




O JUGO 
O jogo político tem cartas decisivas. Na Rússia a independência da Crimeia é reconhecida pelo governo em desacordo com a União Europeia e os Estados Unidos, e onde houve sinais de ameaça de confronto armado, a assinatura no papel do presidente Putin pôs fim a essas conjunturas que ocorreram apenas em pensamento.
O dualismo humano é uma luta entre si e se estende em todas as atividades humanas. Esta luta está na matrix e do outro lado da matrix quando a presenciamos, em fração de milésimos de segundo, no meio do túnel de cavalos alados que atravessamos em voo rasante durante o sonho dentro do sono. Nesse túnel tem labirintos que se estendem ao lado da pista central, quem parar por lá não volta. Leia as 7 crônicas da Série PÉGASO no blog Fernando Pinheiro, escritor, postadas nos dias 8, 16 de março de 2013 e 22, 24, 26, 27, 28 agosto de 2013.
A matrix luta para manter o jugo ou o jogo político da humanidade terrestre e tudo está sob esta influência, a mídia apenas a divulga em aspectos desoladores que não se vê mas dentro de uma estrutura corroída em que aparece no reboco com pinturas que aparentam solidez.
Quando a indústria do fumo começou a se expandir e durante muito tempo, anúncios eram apresentados como um meio que projetava a personalidade em bom estilo de vida, no cinema era glamour ter um cigarro na mão ou à boca e fazia sedução nas conquistas amorosas.
De igual modo, a indústria de bebidas alcoólicas teve o mesmo rumo e foi acompanhada pela invasão do mercado clandestino e, em algumas partes do mundo, de drogas líticas e ilícitas que promovem o entorpecimento humano.
A notícia divulgada pela Rede Globo de Televisão a respeito da entrada no Brasil de drogas sintéticas, com efeito muito superior a da maconha, vendidas na camuflagem de outros nomes em que aparecem em sabores diversos, fez com que aumentasse a atuação da matrix.
Durante milênios a matrix está implantada no planeta e somente será eliminada quando for eliminado o sistema de vida em que convergem todas essas mazelas que fazem o homem ficar doente, triste e infeliz.
No resumo de tudo isto, a matriz é a sombra e a realidade única são os fótons que a Física comprova existir. Quem não tiver fótons nesta vida física, quando falecer continuará sem ter fótons, o resultado é a escuridão, sairá da matrix para o outro lado da matrix.
A luz não luta mas tem o direito de se expandir, a luta é do dualismo humano que está amarrado à matrix. A libertação da maioria da humanidade somente ocorrerá com a presença de fótons, enquanto isso rejubilemo-nos pelos libertos que já tem um número bem expressivo e caminhando a passos de galope, em termos comparativos 1,2 bilhão contra 5,8 bilhões.
A Física Quântica que tem contribuído por toda esta parafernália de invenções: internet, telefone celular, GPS, bilhete único de metrô, cartão eletrônico e crachá eletrônico do Banco do Brasil, tem demonstrado a existência de fótons já revelada pela Física newtoniana.
Essa revelação é fantástica porque não pára por aqui. Se falarmos que a descoberta do vácuo quântico pode ser o salto quântico no viver da humanidade para ascender ao mundo dos fótons e sair definitivamente das sombras, basta dizer que tudo emerge do vácuo quântico.
E de lá está o presente, passado e futuro, e como tudo está na mesma onda, pela ressonância eletromagnética, o futuro também pode influenciar o presente, como prova os sonhos premonitórios e as teses científicas.
Mas quem quiser continuar dizendo que o boi dele é melhor do que o boi dos outros ou que só existe esta vida de sofrimento e de dor, sem aceitar a existência de fótons, mesmo sabendo que ao ligar a luz em sua casa a escuridão desaparece, não aceita isto porque a matrix diz que não existe.
Os pensamentos dessa maioria de gente já não são os seus pensamentos, está na manada e só segue aquilo que os manipuladores de massa determinar. E toma drogas, entorpecimento em todas as áreas.
Isto abrange tudo até na política e depois vão reclamar pelos maus tratos, quando podem reclamar, pois a maioria das pessoas perde o sentido da vida tomando remédios que não curam, só na dependência química ou indo a lugares onde o boi deles é o melhor do que o boi dos outros.
Vale salientar os parágrafos contidos na crônica MUDANÇA DE PARADIGMA a respeito da ressonância magnética:
A ressonância magnética, que é conhecida entre os pacientes que fazem exames médicos, é o ponto central de nossa observação no campo do relacionamento entre as pessoas, de grupos sociais entre si, e assim por diante.
A ressonância magnética terá o prestígio de todos e não esse paradigma estratificado que a maioria da população mundial segue, pois na neurolinguística é dito que o mapa não é o território, as aparências nunca podem ser a realidade.
No sono podemos ter a introjeção dessa realidade em nossa mente ou mesmo no estado de vigília, basta apenas um só pensamento que se conecta com a fonte. Se for institucionalizado, vira matrix.
Tudo se interliga através da ressonância magnética, os pensamentos estão carregados de átomos possuindo densidade, coloração e velocidade, as dimensões estão interligadas e não há separatividade, competitividade no universo, isto só acontece neste paradigma dissociado que está indo embora do planeta.
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terça-feira, 18 de março de 2014

Conversinha ao Pé do Ouvido

ANTONIO CARVALHO AQUI FALA SOBRE OS " ANJOS DE GUARDA"



terça-feira, 11 de março de 2014